
Que o visual de Mega Man 9 é no mesmo estilo dos jogos do rôbozinho azul no Nintendinho, você já sabe. Que a “capa do jogo” é tão ridiculamente retrô que é legal, você também já sabe. Realmente, você já sabe coisas demais sobre esse jogo. A novidade agora é que a nova aventura de Mega Man terá os mesmos bugs e limitações de programação dos jogos do 8-bits da Nintendo.
O produtor do jogo, Hironobu Takeshita, em entrevista ao site Gamasutra, contou sobre algumas dessas limitações. Não haverá mais do que três inimigos na tela ao mesmo tempo, por exemplo. Um dos bugs presentes no jogo é na tela do dragão, onde os objetos ficarão piscando durante o combate.
Mas tudo isso é opcional, explicou Takeshita. Literalmente, os bugs podem ser desativados no menu “Options” do jogo e foram incluídos pela equipe de desenvolvimento para dar ainda mais fidelidade à aventura retrô de Mega Man. Esse jogo fica melhor a cada dia.
[vie Gamasutra]

Você sabia que o Brasil é um dos países no qual o Master System fez mais sucesso no mundo inteiro? É claro que sabia, afinal, qual outro país tem tantas versões e relançamentos de um videogame que recebeu seu sucessor em 1989?! Qual outro país tem uma seção especial no verbete do Master System na Wikipedia?
E hoje vi no GameTV (com dica do amigo Luck) que a loucura não dá sinais de parar. Mais uma versão nova do aparelho está para ser lançada, com 131 jogos na memória, dois controles e um design novo que, sinceramente, quase me fez ter vontade de comprar um. Ô trequinho bonito! Quase dá pra esquecer que o Sonic é um senil decadente hoje em dia.
Atrás de mais informações — como lista de jogos — dirigi-me ao bonito site da Tectoy, onde nada pude encontrar além de um outro modelo, 800 vezes mais feio, mas também com 131 jogos na memória (incluindo o fantástico Golden Axé, estrelando Cláudia Leitte — é sério, vê lá). O que me faz suspeitar que esse modelo novo é só um relançamento mais bonito desse modelo. E sendo assim, a lista de jogos tem muita porcaria. Só se salvam uma meia dúzia, entre os quais dá pra citar Cyber Shinobi, Golden Axe, Hang On, Shadow Dancer, Sonic, Sonic Drift e os quatro Alex Kidd (Miracle World, High Tech World, Shinobi World e Lost Stars).
Mesmo assim, não seria muito style ter um?
Tenho que admitir que por algum tempo The Conduit passou desapercebido por mim. A arte não era lá muito original e, bem, não tinha nenhum número no final do nome, então me parecia mais um daqueles tiros no escuro que as produtoras têm dado pra ver quando vão finalmente acertar o alvo no Wii. Felizmente, parece que eu me enganei. The Conduit é o shooter em primeira pessoa mais promissor do Wii desde… bem, desde Red Steel. Mas isso não vem ao caso!
O que importa é que o jogo dá uma aula de como fazer uso do console revolucionário, em vários aspectos. Para começar, no acabamento visual. O pessoal do IGN dizia estar jogando em uma TV de alta definição quando várias pessoas passava e perguntavam: “é de Xbox 360, esse?” tamanha era a beleza dos cenários e personagens apresentados na tela. E como você pode conferir nos vídeos, é tudo bem definido, com texturas extravagantes e cenários bem abertos, como em poucas outras aventuras de third parties em terras nintendisticas.
Mas não é só isso. Se você ligar agora The Conduit também conta com a jogabilidade mais fantástica que alguém já poderia ter imaginado no Wii simplesmente por um motivo: você pode customizar praticamente todas as opções de acordo com seu gosto! Dá pra controlar a velocidade que o personagem corre, o tamanho do ‘quadrado limitador’ que define até que ponto a partir do centro da tela a sua retícula pode estar mirando sem a câmera se mexer (mais ou menos o que muda em Metroid Prime 3 ao mudar a dificuldade dos controles) e uma penca de outras opções. E o melhor: tudo isso em tempo real! Ou seja, dá para testar imediatamente cada pequena mudança que você faz para deixar tudo nos trinques e sair destruindo monstrões.
O jogo também é promissor em outros aspectos, como no enredo e no visual sci-fi à la Metroid. Mas pouquíssimos detalhes foram revelados, então vamos nos ater ao que sabemos. Infelizmente, o jogo não tem data de lançamento definida porque, pasme, ele não tem distribuidora! Onde já se viu isso? Tem um monte de empresa publicando centenas de jogos bobíssimos para Wii e nenhuma se interessa em pegar um jogaço desses!
[via IGN]

Depois de uma tela sensível ao toque, um controle que capta os movimentos e uma balança que mede o peso e o equilíbrio, a Nintendo parece não saber quando parar. Quer você ache isso o máximo, quer considere a pior característica da Big N, o próximo passo pode estar mais próximo do que imaginamos.
Foi registrado no Departamento de Patentes e Marcas dos EUA um novo periférico que promete medir pulso, temperatura e pressão do jogador:
Um controle sem fio para um console de jogos é revelado e inclui um corpo principal incluindo uma unidade de medição incluindo um circuito de controle incluindo um circuito de amplificação principal, um Circuito Integrado de controle, um circuito de amplificação secundário, um Conversor Analógico-Digital, um circuito de visor, e pinos para ajuste, uma reentrância superior, um visor, dois dispositivos principais de medição adaptados ao contato dos dedos enquanto a mão segura o corpo principal para medição de pulso e de temperatuta corporal de um usuário jogando um game em um console, e um contador para contabilizar o número de rotações do corpo principal; uma unidade de controle montada nessa reentrância; uma braçadeira incluindo dois dispositivos secundários para medição de pressão sangüínea e pulso respectivamente envolvendo a braçadeira no pulso; e um cabo interconetando o corpo principal à braçadeira.
O Finalboss considera quase óbvio que o periférico seja o próximo passo para algo como o sucessor de Wii Fit, mas minha mente já estava viajando para outros rumos: que tal um jogo no qual o tal aparelho, a partir desta série de informações recolhidas, diga se você está nervoso ou mentindo? O número de possibilidades possíveis só a partir deste único conceito é enorme… poderíamos ter um jogo de investigação, um caracterizador de personalidade, uma versão daqueles famosos reality shows com artistas respondendo a perguntas embaraçosas ou até mesmo um survival horror no qual o visual vá se alterando (à la Eternal Darkness) de acordo com o nervosismo do jogador.
Viagem pouca é bobagem!
[via Finalboss]

Dia desses eu estava conversando com o Fabão e eu resolvi mostrar para ele aquele gif resumindo a conferência da Nintendo nessa E3. Talvez você já tenha visto (se não viu, vai ver daqui a pouco). Ele já conhecia, aí me mostrou outro, e eu mostrei outro e assim foi. De tanta risada que eu dei naquele papo, resolvi procurar mais alguns e montar esse Top 8 inusitado, com direito até a títulos infames. Talvez você dê tanta risada quanto eu dei.
E não, não estou copiando o Judão e o seu simbolismo com o numero “OITÔ”. É que eu só achei oito gifs bacanões de verdade.

A box art é bonitona, mas o legal mesmo é o trocadalho. Dá pra entender de tantas maneiras diferentes! ![]()
Aliás, o Continue nunca falou de Left 4 Dead, né? Pra falar a verdade, eu nem sabia muito bem do que se tratava até ver essa box art ontem e me informar. O que eu descobri me deixou animado: é um jogo de sobrevivência, focado em co-op entre quatro pessoas que tentam sobrevivem numa cidade infestada de zumbis. Resident Evil + Dead Rising
+ Counter-Strike
= Left 4 Dead.
Tem muita gente ansiosíssima por esse jogo, e eu acho que acabei de me tornar mais um.
Sabe qual a única coisa mais old-school que o visual, o som e a dificuldade dos primeiros Mega Man para NES? As boxarts deles. Figurinha fácil em qualquer lista de boxarts mais ridículas do mundo, a arte da caixa do primeiro Mega Man é um ícone trash dos anos 80 tanto quanto Cindy Lauper ou o palhaço Bozo.
Sendo um jogo distrubuído digitalmente, o futuro Mega Man 9 não tem uma boxart e, portanto, nunca chegará aos pés dos primeiros jogos da série no quesito retrozidade. Certo? Não!
A imagem acima é uma foto da estampa da camiseta que alguns funcionários da Capcom estão usando no estande onde está sendo demonstrado Mega Man 9. Eu não consigo nem começar a descrever o quanto ela é cool e trash ao mesmo tempo. Existe FAIL, existe WIN e existe essa estampa de camiseta. Parabéns, Capcom!
[via Jeremy Parish's 1UP Page -- dica do 350ml]
A Capcom foi para a E3 2008 com um arsenal de grandes títulos: Street Fighter IV, Mega Man 9, Bionic Comando, o festejado Resident Evil 5… só para citar alguns. Mesmo soltando alguns demos jogáveis e trailers inéditos durante o dia, muita gente esperava com antecipação a conferência da produtora nipônica.
Chega a noite e depois de consideráveis 20 minutos de atraso, teve início a apresentação. O palco, vale ressaltar, era uma mesa redonda, como essas dos programas esportivos. Entre outras pessoas, estavam lá o senhor Inafune, pai de Mega Man e David Hayter. Sim, Solid Snake, em pessoa cordas vocais. E também roteirista dos filmes dos X-men.
Eles falaram sobre o novo projeto da Capcom, o filme de Lost Planet. Comentam como é bom trabalhar um com o outro. Rasgam seda durante um bom tempo. O produtor do filme também aparece. Hayter elogia o jogo, fala sobre o roteiro que vão escrever. Não há nada para mostrar. Comentam sobre o longa metragem em CG Resident Evil Degenaration, outro projeto cinematográfico da Capcom. Falam sobre como é legal que o David Hayter fala japonês e que isso vai facilitar o trabalho.
Quando o assunto se esgota, eis que o presidente da Capcom surge e agradece os dois, agradece o público presente e encerra a apresentação.
…
…
Acabou. Fim.
…
Sério. Nenhum hadouken. Nenhum mísero zumbi.
Definitivamente, o pior da E3 2008. Ou de todos os tempos. O pior da minha vida!
Meu Deus. Aqui no Continue as coisas são meio caóticas mesmo, mas eu não achei que fosse tanto assim. Primeiro um dos nossos colaboradores arredios atrasa o seu voto, fazendo com que o resultado não pudesse ter sido divulgado na quinta ou sexta conforme planejado. E agora, quando fui ver em quem cada um tinha votado, recebo essa surpresa: cada um votou em um diferente, resultando num fenomenal empate entre cinco leitores!
O que fazer? Bom, se a gente não consegue se decidir, vamos deixar na mão de vocês! Uma enquetezinha resolverá o problema, certo?
Depois do continue você confere os cinco “empatados em primeiro lugar” e vota no que você gostou mais para levar o prêmio.

Religião é um assunto complicado. Você tem a sua, eu tenho a minha, e cada um tem o direito de ter uma e de não ver ninguém tentando diminuir outra em favor da própria. Mas é impossível não tirar um barato, não morrer de rir, disso. Religião é uma coisa, babaquice é outra.
Trata-se de uma página falando sobre games sob o ponto de vista religioso. Claro, porque a igreja tem que ir até onde o jovem está, senão ele é que não vai ir até a igreja, certo? É a mesma história daquelas igrejas que colocavam Halo 3 pra gurizada jogar, só pra fazê-los entrar na roda espiritual.
Na primeira metade da página, além de umas enquetes hilárias, têm uns textinhos sobre jogos inofensivos, que podem ser jogados livremente sem medo de estar cometendo algum pecado. Mas o que tem na segunda metade chega a pôr em dúvida a seriedade do negócio. São mini-reviews de jogos “seculares“, ou seja, DUMAL, MANO. Jogos do demo, por assim dizer.
Como todo bom religioso bitolado, Kyle Goldman (o religioso bitolado que escreve a página) não hesita em exagerar fatos, extrapolar detalhes e achar significados ocultos em tudo. E o melhor é que ele nem joga muitos muitos dos jogos que ele “analisa”, sob a justificativa de que têm “classificação M e, por isso, não são permitido no campus”.
Não vou ficar colocando aqui tudo que foi escrito lá. Já dei o link e você sabe clicar. Mas não dá pra deixar passar algumas frases mais infelizes. Dessas eu faço um apressado Top 5 depois do Continue.