
Aos 49 do segundo tempo, um post para a sua terça-feira não passar em branco. Pedimos desculpas pelo sumiço, amanhã voltamos a programação normal - Pablo Raphael
Jonathan Blow, criador do clássico instântaneo Braid, em entrevista ao site Game Focus, comentou sobre as possibilidades do jogo sair para outras plataformas além do Xbox 360, onde é vendido pela rede Xbox Live Arcade.
“É uma exclusividade limitada, então se eu quiser fazer uma versão para PlayStation 3 ou Wii Ware, terei que esperar um pouco. (A versão para) PlayStation 3 vai acontecer no futuro. O que vai acontecer com certeza esse ano é um lançamento para PC.”
A razão pela qual o jogo ainda não foi lançado ainda é que, segundo Blow, ele quer trabalhar uma plataforma de cada vez. Questionado sobre o Nintendo Wii, o designer disse o seguinte:
“Esse jogo não vai acontecer no Wii Ware. Braid é muito grande para ser baixado pelo Wii Ware e ser armazenado no Wii de alguém. O jogo consumiria 140 dos 512 MB disponíveis no console da Nintendo.”
Uma pena, pois Braid com seu estilo de jogo e traços artísticos, assim como as várias referências a clássicos da Big N, cairía muito bem no Nintendo Wii.
[via UOL Jogos]

Agora já era. All our base are belong to Belzeboss. \,,/

Você também achou a participação da Square Enix na E3 2008 meio chata? Ok, eles comentaram sobre os jogos que todo mundo já conhecia e foram responsáveis pelo ponto alto do evento… na conferência da Microsoft. Mas na hora de falar dos seus jogos, na sua própria keynote, a coisa se resumiu a comentar sobre a versão multiplataforma que nem existe ainda de Final Fantasy XIII.
E Kingdom Hearts? E Parasite Eve? E os outros 131.976.474.900.182.321,56 jogos de Final Fantasy que eles estão fazendo? E o bambu? Tudo isso eles guardaram para o seu próprio evento fechado que rolou em Tóquio nesse fim de semana, o DKS3713. E nós reunimos tudo o que foi dito por lá aqui, depois do Continue.

A Sony do Japão comunicou à imprensa que realizará um teste beta fechado de seu mundo virtual, a PlayStation Home. O beta terá a participação de 10.000 proprietários do PS3 japonês e deve começar no final de agosto. Há rumores de que em um momento posterior o teste se extenderá ao ocidente e a Home passará a operar como um beta permanente, de forma similar ao que acontece com o Gmail, por exemplo.
A novidade agora é uma das novas funções da Home: graças a uma parceria da Sony com a Namco Bandai, os participantes terão acesso à diversos jogos clássicos da desenvolvedora, como Galaga, Dig Dug, Xevious e Pac Man, direto em máquinas de fliperama disponíveis na Home. Além dos jogos clássicos da Namco, foram confirmados arcades baseados em Echochrome e em outros lançamentos da Sony para a PSN e PSP.
Podemos esperar por rankings online dos melhores jogadores, com certeza. E não, não sabemos se o fliperama é liberado ou se tem que comprar ficha!
[via IGN]
Prevejo problemas. Peggle no PC tem um grau de vício semelhante a BIS de nicotina, mas você eventualmente precisa parar de jogar. Para ir ao banheiro, para comer, para ver se o sol já saiu. Enfim, há coisas que você simplesmente não consegue fazer em frente a um PC — logo, há coisas que você não pode fazer sem parar de jogar Peggle.
Mas a mente humana é maligna. Em um ato que claramente visa a extinção da humanidade, a PopCap Games anunciou que planeja uma versão do insalubre joguinho para o portátil da Nintendo. E mais do que isso: sabe quem está a cargo dessa nova versão? A Q Entertainment, empresa do superbacana Tetsuya Mizuguchi. Como eles não fazem serviço pela metade, já anunciaram que o jogo terá características que Peggle nunca teve. E sabendo que a Q já fez outras coisas ridiculamente viciantes nos portáteis (Lumines no PSP e, o meu favorito, Meteos no DS), é suficiente para termos quase certeza que esse Peggle não vai prestar. No bom sentido, é claro.
Mas sério, gente, isso vai dar merda. Preparem-se para ver pessoas com seus DS Lite abertos em todos os lugares. Comendo, dormindo, vendo se o sol já nasceu, sim, mas também comprando caldo de cana na feira, saindo de cueca do provador da C&A, atrás do balcão do Burger King, descarregando caminhões de mudança, fazendo apresentações de slides em reuniões de negócios e escrevendo posts. Principalmente escrevendo posts. Para o Continue.
Terceiro trimestre de 2008.
[via Kotaku]

A Imagine Cup é uma competição anual de tecnologia realizada pela Microsoft. A empresa do Bill Gates anunciou os vencedores da edição 2008 e não é que uma equipe brasileira ganhou na categoria “Desenvolvimento de Jogos”?
Trata-se da Mother Gaia Studios, que levou o caneco com o game City Rain, uma criativa combinação de puzzles clássicos com simuladores de cidade estilo Sim City.
O jogo para PC foi desenvolvido em XNA (esse é o pré-requisito para participar da Imagine Cup) e seu diferencial está no foco da educação ambiental: é preciso desenvolver a cidade de forma ecologicamente correta e resolver os problemas ambientais que surgem durante a partida. A Mother Gaia fez um jogo educativo que não é chato. Pelo contrário, é criativo e capaz de ensinar enquanto entretém. Quer experimentar? Faça o download de City Rain no site oficial do jogo.
O estúdio brasileiro é formado por estudantes da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) de Bauru. São eles: Guilherme Oliveira Campos, Túlio Marques Soria, Helena Van Kampen e Rafael Fantini da Costa. Além do reconhecimento e do troféu, a Mother Gaia também recebeu um prêmio em dinheiro no valor de vinte cinco mil dólares que, segundo eles, será usado para desenvolver um segundo jogo ainda melhor.
[via Kotaku]

Religião é um assunto complicado. Você tem a sua, eu tenho a minha, e cada um tem o direito de ter uma e de não ver ninguém tentando diminuir outra em favor da própria. Mas é impossível não tirar um barato, não morrer de rir, disso. Religião é uma coisa, babaquice é outra.
Trata-se de uma página falando sobre games sob o ponto de vista religioso. Claro, porque a igreja tem que ir até onde o jovem está, senão ele é que não vai ir até a igreja, certo? É a mesma história daquelas igrejas que colocavam Halo 3 pra gurizada jogar, só pra fazê-los entrar na roda espiritual.
Na primeira metade da página, além de umas enquetes hilárias, têm uns textinhos sobre jogos inofensivos, que podem ser jogados livremente sem medo de estar cometendo algum pecado. Mas o que tem na segunda metade chega a pôr em dúvida a seriedade do negócio. São mini-reviews de jogos “seculares“, ou seja, DUMAL, MANO. Jogos do demo, por assim dizer.
Como todo bom religioso bitolado, Kyle Goldman (o religioso bitolado que escreve a página) não hesita em exagerar fatos, extrapolar detalhes e achar significados ocultos em tudo. E o melhor é que ele nem joga muitos muitos dos jogos que ele “analisa”, sob a justificativa de que têm “classificação M e, por isso, não são permitido no campus”.
Não vou ficar colocando aqui tudo que foi escrito lá. Já dei o link e você sabe clicar. Mas não dá pra deixar passar algumas frases mais infelizes. Dessas eu faço um apressado Top 5 depois do Continue.
O Argus me enchia o saco pra eu baixar o Criador de Criaturas do Spore. Eu não queria. Sei lá, achava basteira perder tempo baixando e instalando um pedaço de um jogo que eu provavelmente já iria comprar inteiro de qualquer jeito. Mas como eu não resisto a uma boa interface, no fim cedi, baixei. E fiquei me achando o maior paspalho depois, por quase ter perdido toda essa diversão. Mas quem iria adivinhar que simplesmente ficar criando uns bichos esquisitos renderia tanto entretenimento?
Depois do continue eu falo mais sobre o que achei do “jogo” e você ainda aproveita para conhecer a edição especial que vai chegar ao Brasil (caso ainda não tenha ficado sabendo).

Não estarei mentindo quando digo que Taikodom, o MMO da empresa catarinense Hoplon Infotainment, me chamou atenção desde que foi anunciado, já há alguns anos. Tenho este post do meu antigo blog para comprovar. A começar pelo fato dele ser um jogo massivo online espacial, e não mais um MMO genérico de fantasia medieval.
Depois, e mais importante, vinha o fato dele se autodenominar um Massive Social Game, em vez de um MMORPG ou simplesmente MMO. Dois diferenciais que eu fiquei sabendo e me empolgaram de sobremaneira foram o fato da habilidade do jogador ser medida de fato por quão bem ele sabe jogar, não pelo nível de experiência ou pela qualidade dos seus equipamentos, e a presença de classes cujo foco não era o combate, mas o transporte, negociação e outras atividades que não envolviam tiros. Na época falava-se até da classe Jornalista, veja só.
Com essas características fora do comum, fora-da-caixa, e uma boa execução, na minha opinião o Taikodom teria potencial para ser uma grande bandeira brasileira fincada na indústria de games mundial.
Essa semana eu pude experimentar o beta do jogo. Que pena que tudo isso que me empolgou no início não passa de teoria.

Ontem eu estava super “desconectado” da internet quando o nosso leitor Magaiver me chamou no Google Talk oferecendo um treco para sortear no Continue. Que treco?, perguntei eu, cheio de pressa. Ah, umas keys para entrar no beta teste do Top Speed, um MMO. Então tá, me manda por email.
Nunca tinha ouvido falar desse Top Speed, mas fui dar uma pesquisadinha agora e até parece ser simpático, viu? É de corrida de kart, e se tem uma fórmula difícil de estragar é a inventada por Mario Kart. Por mais que seja genérico, sempre dá pra se divertir. O site oficial é esse aqui, e tem trailer pra quem se interessar. A versão YouTube do trailer, você encontra aqui. E o endereço para download do jogo é este.
MAS eu não acho que você vá ter tempo de ver o trailer. Porque as beta keys estão aí depois do continue e são de quem pegar primeiro. Ah, me parece também que elas só funcionam durante esse fim de semana, ou essa semana. Não sei. Magaiver, diz aí pra gente!