Continue »

Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Aleatoriedades’ Category

bknb

[Faz tempo que a gente não tem uma série de posts especiais aqui no Continue, né? Pois bem, agora temos! A enxuta equipe deste blog está escrevendo textos bem pessoais sobre os jogos que mais esperam. De gamer para gamer, como a gente gosta. E se você está esperando ansiosamente por algum jogo e quer explicar ao Brasil o porquê disso, fique à vontade para nos enviar a sua contribuição!]

Sabe o que eu estava fazendo minutos antes de começar a escrever este post? Comprando um cartão de assinatura da Live Gold. A minha assinatura havia expirado há quase dois meses, e eu não fiz questão nenhuma de renovar – minha jogatina online foi transferida para Team Fortress 2 no PC e os demos que saíam no 360 não justificavam o dinheiro da assinatura. Até hoje, porque hoje saiu o demo de Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts.

Enquanto os cerca de 1200MB do demo se transferem para o meu apertadíssimo HD de 20GB, eu tiro estes últimos minutos de expectativa para explicar porquê eu espero tanto por este jogo.

Continue lendo!

  • Comments
  • Essa vai para a categoria imaginária “Awwwww, que fofo!”. Um nerd americano romântico não aguentou ver a sua namorada jogando o melhor RPG do mundo, Chrono Trigger, e resolveu pedi-la em casamento. Aí ele se ajoelhou aos pés dela com um anel de noivado em mãos, mas não sem antes hackear a rom do jogo para fazer a proposta mais incrivelmente geek que qualquer um já tenha visto.

    Conforme você pode ver no vídeo acima, ele criou uma área nova dentro do jogo, com vários NPC relembrando momentos marcantes do namoro do casal. Está tudo explicado no vídeo e neste post do blog Make.

  • Comments
  • flaminglipsguitar

    Tá vendo a guitarra aí da foto? A metade de cima é uma guitarra de verdade, e a metade de baixo é um Frankenstein formado 50% por guitarra de Guitar Hero e 50% por um sintetizador de barulhos chamado Korg Kaoscillator. Ela foi construída por Wayne Coyne, frontman da banda quase inclassificável conhecida como The Flaming Lips. Bem a cara deles, mesmo.

    Mas se você acha que ele fez essa guitarra dupla bonitona só pra parecer mais cool no palco, deixe que o próprio te contradiga:

    "Eu construí esta guitarra dupla bonitona aqui porque tem um monte de garotos por aí realmente pensando que é assim que se toca guitarra de verdade, que você só aperta esses quatro ou cinco botões e… ela faz qualquer som que uma guitarra consegue fazer.”

    Ou seja: parecer mais cool no palco foi só metade do motivo. :P

    O legal é que os botões da guitarra realmente funcionam, trabalhando em conjunto com o sintetizador de barulhos para fazer uns, hã… barulhos bem interessantes que você pode ver em ação neste vídeo.

  • Comments
  • And I think to myself… Super Mario World

    I see Mario
    Luigi too
    And I think to myself…
    Super Mario Wooooooorld

    Vou dizer o quê? (Além de “WIN!”)

    [dica do Thiago Duarte]

  • Comments
  • promocaoentrenojogo

    Ontem e hoje foram dias lentos e sem notícias relevantes, então dá tempo de eu dar esse toque que estava guardado aqui há quase uma semana. Entrou no ar uma promoção interessante da Gilette. Quer dizer, interessante mesmo são os prêmios, não a promoção.

    De acordo com o UOL (porque eu tenho mais o que fazer do que ficar lendo o regulamento da promoção :P), você compra um produto da linha Mach 3 e aí se inscreve neste site. Depois é só se matar de jogar os três joguinhos em flash que têm lá. Quem acumular mais pontos até o fim da promoção (acaba dia 31 de Dezembro) leva prêmio.

    Os 200 primeiros colocados ganham um Xbox 360 (presumivelmente o Kit Nacional novo) e um deles ainda leva uma viagem para a Itália. A programação? Jogar videogame com o Kaká.

  • Comments
  • [Porquê mal posso esperar por...] Fallout 3

    [Faz tempo que a gente não tem uma série de posts especiais aqui no Continue, né? Pois bem, agora temos! Nos próximos dias, a enxuta equipe deste blog fará textos bem pessoais sobre os jogos que mais esperam. De gamer para gamer, como a gente gosta. E se você está esperando ansiosamente por algum jogo e quer explicar ao Brasil o porquê disso, fique à vontade para nos enviar uma contribuição!]

    Hoje é um dia especial. Em vários lugares do mundo, exceto, talvez, na Índia. Enquanto você lê esse post, pessoas estão dando seus primeiros passos para folta da Vault 101, uma mistura de abrigo nuclear e experimento social. Algo tipo a ilha de Lost, mas com mutantes radioativos no lugar dos Outros. E com menos florestas, provavelmente. E mais peixes mortos. E vacas de duas cabeças. Você pegou a idéia.

    Fallout não é um jogo que vai nessa onda atual de simplificar as coisas. É RPG de ação, com vários comandos, muitas armas, lança-misséis nucleares, diálogos extensos. Tudo no melhor estilo ocidental de ser. Um jogo que assume sua inspiração em GURPS para desenvolver o sistema de atributos do herói merece todo o meu respeito. Se isso não é old school, eu não sei o que é. Vale citar a interface retrô e modernosa, o PIP-Boy 3000, representado por aquele moleque loirinho que você já deve ter visto por aí. Em qualquer outro contexto eu acharia algo chamado “PIP-Boy Trifáusand” um sinônimo de sexualidade duvidosa, mas aplicado a esse mundinho “futuro nuclear dos anos 50″ então é um nome muito bacana. Os tempos eram outros e as pessoas não tinham a mente tão poluída quanto a minha, apesar de toda aquela radiação.

    Eu joguei os dois Fallout anteriores e mesmo se não tivesse jogado iria esperar esse terceiro jogo, tantos anos depois, com a mesma ansiedade pois nem só de passado se faz essa jornada pós-apocaliptica. Mundo aberto, jogabilidade inovadora, gráficos fodões e um cachorro como companheiro, igualzinho aquele outro RPG que saiu esse mês, só que mais sujo e violento. Para completar, é um jogo com duzentos finais diferentes e acho que eles não incluiram aí as vezes em que o herói morre. Espero que não, porque senão 200 podem não ser suficientes se o cara for muito ruim. E é da Bethesda. Ok, é menos extenso mas é consideravelmente mais ”denso” do que Oblivion em termos de cenário, e certamente mais duradouro. Pra mim um jogo desses tem que durar pra sempre. Como o meu último save de Final Fantasy XII, que tinha quase 199 horas de jogo. Eu não quero ver o fim do jogo na mesma tarde que comecei. Se for tão bom quanto eu aposto que será, eu não quero chegar no fim do jogo no próximo ano.

    Mas, por enquanto eu não sou uma dessas pessoas felizes que já estão jogando Fallout 3. Mas, como eu disse no início do post, hoje é um dia especial: é meu aniversário. Ainda dá tempo de alguém me mandar uma cópia do jogo de presente… nem precisa ser aquela edição de colecionador que vem com o viadinho do PIP-Boy. ;)

  • Comments
  • Fallout 3 parece multiplamente cheio de vitória. Eu tenho muita vontade de jogar, embora não esteja na minha lista de prioridades para este ano. Só que eu não sei a história! Não sei nada sobre nada da série, e acho que seria importante saber para aproveitar o 3 em sua plena totalidade integral.

    É claro que o certo seria jogar os dois Fallouts anteriores, mas quem não tem tempo/paciência/recursos pode obter basicamente os mesmos resultados em quinze minutos assistindo ao vídeo acima. Eu não assisti, mas a minha filha viu e disse que é muito bom.

  • Comments
  • Por que a Sega odeia tanto seu próprio passado?

    Eu tenho uma teoria sobre a Sega. Muito tempo atrás, quando eu era criança, eu não tinha um Master System ou um Megadrive. Eu jogava no outro time, aquele do Mario e do Link. Mas quando a Tectoy lançou o Megadrive no Brasil, babei muito nos comerciais da televisão e nas fotos dos jogos que saiam na Ação Games. Lembro bem que Castle of Ilusions e Shapes & Collumns eram dois que me chamavam muito a atenção. Sim, eu queria um console “next gen” pra jogar um clone de Tetris!

    Na época o Nintendinho ainda ficaria um bom tempo lá em casa, e eu me limitava a jogar no Megadrive de um amigo e de curtir os jogos mais poderosos no fliperama. Entre eles, alguns clássicos da Sega, como Golden Axe, Shadow Dancer e outras pérolas. Detonar os soldados do Death Adder na companhia dos amigos, apertar o botão de magia na hora errada… bons tempos!

    Mas voltando a minha teoria sobre a Sega: alguém que trabalha lá não tinha um Megadrive quando era criança, e não tinha amigos legais. Provavelmente, foi excluido pelos outros japonesinhos no colégio, ficou de fora das festinhas, nenhuma menina deu bola pra ele. Esse cara cresceu traumatizado e decidiu se vingar das outras crianças que não foram suas amigas. Ele foi trabalhar na Sega e cresceu dentro da organização. E lá dentro esse cara maldoso e sacana se dedica a destruir com requintes de crueldade as lembranças felizes da infância de quem curtia o 16-bits da Sega e os seus jogos mais clássicos.

    A primeira vítima foi o Sonic. Até hoje o ouriço velocista é difamado por esse funcionário maligno. Outras também sofreram, como Altered Beast. E agora chegou a vez de Golden Axe. Tive o desprazer de jogar o recém-lançado Golden Axe: Beast Rider e em pouco mais de uma hora e meia de jogo, eu já odiava aquele título que um dia me fez tão feliz. Genérico, mal feito, chato, sem graça. Com um sistema de combate enfadonho e uma defesa que não funciona. Junto com a câmera, a sua defesa é a maior arma dos vilões. Todas as vezes que morri foi por causa desse combo: dois inimigos “dentro um do outro” com ataques que exigiam defesas diferentes, preso num canto onde a câmera não me deixava ver nada.

    E nem multiplayer essa porcaria tem! Indecente, lixo mesmo. Deixo aqui o aviso: se você gosta de Golden Axe, jogue o original. Tem na Live Arcade, tem no Virtual Console e até em cartucho, se o seu Mega, assim como o meu, ainda funciona. Não deixe que o funcionário maligno da Sega destrua as suas lembranças!

  • Comments
  • Famitsu se rende à Niko Belic e ao Sack Boy

    A tradicional revista japonesa Famitsu não deu sua tão sonhada nota 40/40 para Grand Theft Auto IV, mas a saga de Niko Belik chegou mais longe do que qualquer outro jogo ocidental: 39/40. Por um pontinho, o game da Rockstar não entrou na hiper-mega-blaster restrita lista dos jogos 40/40 da Famitsu.

    Curiosamente, o outro jogo ocidental que chegou quase lá foi GTA: San Andreas. Como fã dos jogos de roubar carros e atropelar velhinhas, percebo claramente que esses editores da Famitsu sabem das coisas. GTA IV não conseguiu os 40 pontinhos mas conquistou os analistas da revista e ganhou um simbólico Selo de Platina. Os nossos colegas japoneses só analisaram o jogo agora porque Grand Theft Auto IV será lançado no Japão no dia 30 de outubro, para Xbox 360 e PlayStation 3.

    Outro game cuja nota bateu na trave foi LittleBigPlanet, o cada vez mais aguardado e adiado jogo de plataforma exclusivo do PlayStation 3. Seus carismáticos bonecos de pano e potencial criativo garantiram ao jogo da Media Molecule uma nota 38/40 e um reluzente Selo de Platina. Agora só falta trocarem a tal musiquinha e lançar o jogo de uma vez!

  • Comments
  • Quer ver um Wii com HDD e um monte jogos na memória?

    Seria legal se o Wii tivesse mais memória interna ou a possibilidade de usar um HDD externo, nem se fosse só para guardar os Channels e os jogos do Virtual Console/WiiWare. Mas o console do vídeo acima não só faz isso como também tem dezenas de jogos em disco gravados na memória, rodando em uma interface que até parece a Cover Flow do iTunes/iPod.

    A pegadinha é que este é um Wii de demonstração, instalado na Nintendo World Store em Nova York. Os jogos estão na memória apenas para ajudar os empregados a colocarem os jogos para o pessoal jogar sem ter que ficar trocando os discos.

    Aí eu me pergunto: Nintendo, você acha que a gente gosta de ficar trocando os discos?!

  • Comments

  • Comentários recentes



    Últimas resenhas


    Too Human (X360)


    Soulcalibur IV (360/PS3)

    Clique para ver a lista com todas as resenhas


    Continue pergunta

    Você gostou do novo Nintendo DSi?

    View Results

    Loading ... Loading ...

    Anúncios