FABIO BRACHTUm gamer como você. A única diferença é que ele foi louco o suficiente pra resolver que queria ganhar a vida escrevendo sobre games, em vez de ganhar dinheiro com outra coisa e jogar só por prazer. Dá pra acreditar que tem gente louca desse jeito? Fabio começou a sua carreira com o blog 16-BIT, mas logo já estava colaborando com algumas das maiores revistas de games do Brasil, como Nintendo World e EGM Brasil. Trabalhou alguns meses na Futuro Comunicação, onde continuou escrevendo para as revistas e ajudou a dar à luz ao site Herói+Gameworld (que não ficou muito bem como ele queria, no fim das contas). Voltando à vida de freelancer, continuou colaborando com a Futuro, mas também prestou serviços para as revistas de games da Editora Europa, como GameMaster e Dicas & Truques para PlayStation. Atualmente se dedica de corpo e alma ao Continue, fazendo apenas alguns freelas esporádicos, principalmente para a Arena Magazine, do iG.
“Game foda!” O primeiro que veio à mente é… Conker’s Bad Fur Day (N64)
Atividade favorita que não tem a ver com games: ficar na internet, testando sites e tecnologias novas. Assistir seriados.
Where in the World is Fabio Bracht?
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Um gamer quase como você. Desde moleque, quando acompanhava as mais variadas publicações do gênero, queria escrever sobre games. De fato, gostava mais de escrever sobre os jogos do que jogá-los (é, talvez não seja exatamente como você). Começou a fazer análises quando ainda integrava a equipe da comunidade NGM Online, onde acabou pegando gosto pela coisa e decidiu se dedicar ainda mais pela tarefa. Assim, se uniu à equipe do portal Wii Brasil, quando ainda era embrião, e ajudou a torná-lo o maior site independente sobre Nintendo no Brasil. Escolheu o Wii como primeiro console de nova geração - apesar de negar veementemente ser nintendista. De vez em quando, ainda colabora para sites como o cultural Delfos e o musical Whiplash.
“Game foda!” O primeiro que veio à mente é… Shadow of the Colossus
Atividade favorita que não tem a ver com games: Escrever. Ei, que não tenha a ver com games? Hum… escutar heavy metal. E depois escrever sobre música.
Where in the World is Luiz Eduardo?
Wii Brasil - Twitter - Dezenove
PABLO RAPHAELUm gamer mais ou menos como você, porque se fosse igual não teria graça. Pablo Raphael joga videogame desde que ganhou um Atari 2600 da avó e desde então nunca mais parou. Administrador e MBA em Marketing e Planejamento Estratégico, Pablo já trabalhou em diversas empresas e, empreendedor, já teve sua propria lan house por uns tempos. Mas o jovem executivo queria mesmo era escrever, uma paixão da qual não conseguiu — nem tentou — escapar. Começou cobrindo shows e resenhando bandas independentes, em extintos blogs e fotologs de rock’n'roll e hoje voltou a ativa no ZenGamer, onde escreve sobre videogames, rock, cinema e o que mais lhe der na telha. Além de gibis, RPGs e rock, Pablo Raphael tem uma curiosidade impressionante por teorias de game design, comportamento humano, bebidas, propaganda e História. Pablo Raphael é um dos mais novos colaboradores da EGM Brasil.
“Game foda!” O primeiro que veio à mente é… Diablo 2 (Blizzard). Eterno e viciante.
Atividade favorita que não tem a ver com games: Encontrar com os amigos para dar umas risadas, beber, jogar sinuca ou uma partida de poquer.
Where in the World is Pablo Raphael?
ZenGamer - HardGamer
SUZANA BUENOUma gamer que não tem nada a ver com você, afinal… você é macho. Contratada para dar um toque mais Pê-Cê-ônico ao Continue, Suzana Bueno começou caindo de gaiato na Revista da LevelUp! por ter sido excessão à regra da maioria desses homens por aí: ela joga MMORPGs faz uns oito anos. Depois continuou escrevendo para outras publicações da Futuro Comunicação, tais como as finadas M3 e EGM PC e a super-do-balacobaco EGM Brasil. Mais tarde conseguiu um estágio maneiro em Quality Assurance na Tectoy Digital, divisão da Tectoy SA que cuida de criação, porting e localização de jogos para celulares, e hoje ganha dinheiro para passar o dia inteiro reclamando de jogos; fora as cinco horas diárias de World of Warcraft.
CLAUDIO PRANDONIVocê sabe quem é esse cara do sorriso monalístico? Trata-se de ninguém menos do que Claudio Prandoni, vulgo Mestre Pranda, o homem de cujo cérebro brotou o nome “Continue”. Inicialmente era para a revista experimental que ele fez com alguns colegas no último ano do curso de jornalismo, mas eventualmente ele o cedeu para que fosse usado neste simples blog. Pranda colabora assiduamente com a EGM Brasil, com a revista virtual ArenaMagazine e também escreve no blog Hadouken. Ele está encarregado da coluna Pixels Mortos, que toda semana apresenta e conta a história de um jogo que nunca chegou a ser lançado para apreciação dos jogadores do mundo todo.