lets-tap

E o impossível aconteceu, pessoal: Let’s Tap, o bizarro jogo que usa sua caixa como acessório, vendeu bem mal no Japão. Os japoneses, famosos por gostar de coisas estranhas — e depois ignorar coisas tão estranhas quanto as que gostam –, compraram meras 5400 cópias em três dias. Esse período não parece exatamente grande, mas, vocês sabem, Dissidia: Final Fantasy, o jogo de luta da série de “RPG” mais overhyped da história, que reúne personagens de quase todos os jogos, vendeu 500,000 cópias nos mesmos três dias.

Sério, qual é a dos japoneses? Eu, pessoalmente, não compraria Let’s Tap, mas o jogo é a cara deles. Por causa disso que as boas idéias não continuam. Só espero que o jogo venda bem no Ocidente, porque o conceito é genial e poderia ser aplicado em muitos jogos “hardcore”.

A propósito, nada a ver com a notícia: queria aproveitar os últimos dias antes do Ano do Analfabetismo para escrever “a alcatéia passou por uma colméia tranqüilamente, enquanto a garota de mini-saia agüentava algumas ferroadas” e dar tchau para o trema.

[O título é uma referência a O Guia do Mochileiro das Galáxias, o livro obrigatório-master para todo nerd que se preze]

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