Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes
Uma rápida recapitulação aqui antes de mais nada: mais cedo este ano, a Double Fine colocou em seu site um banner meio apagado, meio assim, provocativo, que ilustrava o nosso amigo Raz e o logo do Psychonauts. Obviamente todo mundo pensou “Psychonauts 2 confirmado!”, mas a produtora logo tratou de desmentir.
O que ganhamos algum tempo depois foi a Psycho-Pedia, uma seção do site dedicada ao clássico cult que foi muito elogiado e pouco jogado (pleonasmo detected).
E agora foi achada, dentro dessa Psycho-Pedia, uma página sobre Psychonauts 2. Cuma? Eis o que diz a página:
Ora, o que temos aqui? Um artigo sobre algo que não existe? Um artigo cheio de sonhos e esperanças? Sim, este é um artigo sobre Psychonauts 2, o Unicórnio dos videogames. Neste jogo, nós acompanhamos nosso jovem protagonista enquanto ele faz coisas.
Coisas psíquicas.
E depois de fazer coisas psíquicas, ele lua contra coisas, encontra coisas, entra em coisas, sai de coisas, come coisas, bebe coisas, aprende coisas, compreende coisas, resgata coisas e salva coisas.
Se eu ao menos pudesse ser mais descritivo… *suspiro*
Por um lado, pode não ser absolutamente nada. Deve não ser nada. Mas por outro, sempre há a pergunta que não quer calar: por que uma produtora ocupada com um jogo next-gen se daria o trabalho de criar uma enciclopédia online sobre um jogo que mal deu lucro e já foi lançado há quase quatro anos?
Como dizem, deve ter peixe nesse angu. Ou coisa assim. Não entendo muito de ditados.
[via Destructoid]
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