Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

Fogo molhado. Loira inteligente. Preto claro. Música silenciosa. Pirataria legalizada. Essas coisas não existem porque são negações entre si. Mas as regras do universo são diferentes agora em Antigua e Barbuda, uma pequena nação caribenha. Não que vá chover a seco, imagine.
É um bom dia para ser um Pirata do Caribe, pois agora é legal (do verbo “dentro da lei”) infringir leis de copyright de propriedades intelectuais americanas em território antiguabarbudenho. E isto, claro, inclui piratear jogos e vendê-los. Embora eu esteja quase certo de ter inventado a a palavra “antiguabarbudenho”, eu não inventei o fato. É verdade. Só tem um detalhe: o país pode lucrar no máximo um valor equivalente a U$21 milhões de dólares por ano com os falsiês, ou a parada volta a ser ilegal.
A bizarrice em forma de lei é resultado de uma pendenga judicial do país com os US and A envolvendo apostas e jogos de azar na internet. Como chegou a isso, eu sei tanto quanto você. Só fico me perguntando se um treco desses acontece no Brasil. Será que veríamos alguma diferença? Eu acredito que não. Pra você ver o estado que as coisas estão neste país.
[The Hollywood Reporter, via Kotaku]
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