imagem_interna_1524.jpgNão é de hoje que declaro aqui no Continue o meu vício/fissura/amor/respeito por Guitar Hero (e, conseqüentemente, Rock Band — embora, provavelmente assim como você, ainda não tenha tido a chance de jogar). E, ao longo desta trajetória, venho notando que nem todos compartilham de milha idolatria: há opiniões adversas quanto a construtividade do jogo para a minha sanidade mental indústria da música.

Não só aqui no blog, já ouvi diversas coisas. Desde “dedique seu tempo a aprender um instrumento de verdade!” a “agora nem tem mais graça montar banda”, passando por absurdas afirmações decretando o fim da música e da criatividade. E pelo jeito não fui só eu.

O Carlos Corrales, do tremendão Delfos, fez um artigo falando sobre essas pessoinhas tão agradáveis que não nos deixam jogar em paz. Basicamente, ele resumiu tudo que eu sempre quis escrever mas não tive iniciativa para publicar. Acredite, vale dar uma lida.

Portanto, se você é dos que adoram se sentir o astro do rock na frente da TV, não há o que temer: você não está tirando o espaço das bandas de garagem nem fomentando a falta de crescimento na indústria musical. Se você é dos troozões from hell que desaprovam os tocadores de plástico, dê uma refletida: sempre é tempo de reconsiderar. Claro que, se ainda achar que tudo isso não passa de perda de tempo, ficarei feliz em responder seus argumentos logo abaixo, nos comentários.

E mesmo que você não tenha nada a ver com isso, não se acanhe. Que tal tentar uma partidinha?

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