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	<title>Comments on: [Discussão de Feriadão] Estão todos os jogos fadados à irrelevância? (ATUALIZADO)</title>
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	<description>Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Mar 2010 03:27:48 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Videogames podem mudar a sua vida? - Continue »</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-6402</link>
		<dc:creator>Videogames podem mudar a sua vida? - Continue »</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 22:49:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] vem, conversa vai, acabei puxando um assunto que foi discutido aqui no Continue tempos atrás. A questão da longevidade dos games. E levamos o tema para outras mídias, como a música e o cinema. Lá pelas tantas, ele falou uma [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] vem, conversa vai, acabei puxando um assunto que foi discutido aqui no Continue tempos atrás. A questão da longevidade dos games. E levamos o tema para outras mídias, como a música e o cinema. Lá pelas tantas, ele falou uma [...]</p>
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		<title>By: Adney Luís</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5096</link>
		<dc:creator>Adney Luís</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 15:53:50 +0000</pubDate>
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		<description>Essa é uma questão complicadíssima de se analisar...

Como já falaram, oss games, apesar de todos nós considerarmos uma forma de arte, ainda é um bebê comparando com as outras (só o cinema têm mais de 100 anos), até por isso, ainda não está consolidada como tal. E, mais do que as outras, ainda está muito calcada (não totalmente, não me entandam mal) nos avanços tecnológicos presentes no momento.

Por outro lado, nem só de gráficos se faz um ótimo jogo, e até por isso alguns, acredito eu, se tornarão atemporais (o pessoal citou vários exemplos). Assim como nas outras artes, indepedente de qualidade tecnológica, é a &quot;alma&quot; da arte (história, sensibilidade, atuações, essência, etc.) que separa o bom da obra-prima.

Sendo assim, acho que só teremos a resposta para essa pergunta quando os games forem mais velhinhos, já consolidados por todos como uma forma de arte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma questão complicadíssima de se analisar&#8230;</p>
<p>Como já falaram, oss games, apesar de todos nós considerarmos uma forma de arte, ainda é um bebê comparando com as outras (só o cinema têm mais de 100 anos), até por isso, ainda não está consolidada como tal. E, mais do que as outras, ainda está muito calcada (não totalmente, não me entandam mal) nos avanços tecnológicos presentes no momento.</p>
<p>Por outro lado, nem só de gráficos se faz um ótimo jogo, e até por isso alguns, acredito eu, se tornarão atemporais (o pessoal citou vários exemplos). Assim como nas outras artes, indepedente de qualidade tecnológica, é a &#8220;alma&#8221; da arte (história, sensibilidade, atuações, essência, etc.) que separa o bom da obra-prima.</p>
<p>Sendo assim, acho que só teremos a resposta para essa pergunta quando os games forem mais velhinhos, já consolidados por todos como uma forma de arte.</p>
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		<title>By: Marco</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5091</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 02:53:15 +0000</pubDate>
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		<description>@Bracht

Você me entendeu mau. Meu comentário disse exatamente o mesmo que o seu, disse que a mídia é muito nova e que a tecnologia que data os jogos antigos.

Por exemplo sou extremamente a favor de remakes, por exemplo o remake do Final Fantasy IV (e quem sabe em um futuro Final Fantasy VII). Não que os originais não sejam bons, eles são fantásticos, e tão fantástico que merecem novas pinceladas. Como uma restauração, só que trazendo para a realidade gráfica atual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Bracht</p>
<p>Você me entendeu mau. Meu comentário disse exatamente o mesmo que o seu, disse que a mídia é muito nova e que a tecnologia que data os jogos antigos.</p>
<p>Por exemplo sou extremamente a favor de remakes, por exemplo o remake do Final Fantasy IV (e quem sabe em um futuro Final Fantasy VII). Não que os originais não sejam bons, eles são fantásticos, e tão fantástico que merecem novas pinceladas. Como uma restauração, só que trazendo para a realidade gráfica atual.</p>
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		<title>By: Fabio Bracht</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5089</link>
		<dc:creator>Fabio Bracht</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 02:06:55 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, só respondi os comentários dos outros e não dei a minha opinião.

Apesar do texto ter alguns ótimos pontos, eu não acho que, no geral, os games obrigatoriamente se tornem relevantes com o passar do tempo.

Alguns jogos sobrevivem e envelhecem muitíssimo bem, divertindo mais de uma década depois do seu lançamento. O que acontece é que isso é mais difícil de acontecer nos games do que em outras formas de arte, como música. Tem uma porrada de músicas antiquíssimas que continuam completamente animais hoje em dia, assim como pinturas, projetos arquitetônicos, livros e o escambau, enquanto que há poucos jogos desse naipe.

Eu acho que isso acontece por dois motivos. O primeiro é a própria idade da mídia, que é pouca. Simplesmente ainda não deu tempo de aparecerem tantos grandes clássicos insuperáveis. O segundo é essa sina da tecnologia sobrepondo a substância. Qualquer jogo que priorize o &quot;maior e mais bonito&quot; tem muito pouca chance de ser esquecido e perder a sua importância em poucos anos. E hoje em dia há muitos jogos que são assim. Aliás, sempre houve muitos jogos que são assim. Acho que só a partir da próxima geração é que esse paradigma será quebrado e os jogos passarão a se apoiar mais em mente do que em corpo, por assim dizer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, só respondi os comentários dos outros e não dei a minha opinião.</p>
<p>Apesar do texto ter alguns ótimos pontos, eu não acho que, no geral, os games obrigatoriamente se tornem relevantes com o passar do tempo.</p>
<p>Alguns jogos sobrevivem e envelhecem muitíssimo bem, divertindo mais de uma década depois do seu lançamento. O que acontece é que isso é mais difícil de acontecer nos games do que em outras formas de arte, como música. Tem uma porrada de músicas antiquíssimas que continuam completamente animais hoje em dia, assim como pinturas, projetos arquitetônicos, livros e o escambau, enquanto que há poucos jogos desse naipe.</p>
<p>Eu acho que isso acontece por dois motivos. O primeiro é a própria idade da mídia, que é pouca. Simplesmente ainda não deu tempo de aparecerem tantos grandes clássicos insuperáveis. O segundo é essa sina da tecnologia sobrepondo a substância. Qualquer jogo que priorize o &#8220;maior e mais bonito&#8221; tem muito pouca chance de ser esquecido e perder a sua importância em poucos anos. E hoje em dia há muitos jogos que são assim. Aliás, sempre houve muitos jogos que são assim. Acho que só a partir da próxima geração é que esse paradigma será quebrado e os jogos passarão a se apoiar mais em mente do que em corpo, por assim dizer.</p>
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	<item>
		<title>By: Fabio Bracht</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5088</link>
		<dc:creator>Fabio Bracht</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 01:57:52 +0000</pubDate>
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		<description>@Vinicius Silva
&quot;Os jogos ao meu ponto de vista podem ser expressões artísticas em muitos casos mas a indústria em que vivem é um ecossistema tecnológico.&quot; --&gt; Brilhante comentário! É sempre importante ter isso em mente na hora de discutir essa coisa de &quot;games como arte&quot; ou qualquer coisa parecida.

@GladiadorBR
&quot;Os jogos da época do super NES envelheceram muito melhor!&quot; --&gt; Sem dúvida. Tu deu como exemplo o Zelda: Link to the Past, dizendo que ele ainda seria impressionante se lançado hoje, e eu concordo. Mas eu penso ainda mais no Chrono Trigger. Se ele saísse hoje para uma Live Arcade ou WiiWare da vida, eu juro que votaria nele naquelas listas de melhores do ano daqui a sete meses. Aquele jogo é simplesmente impossível de melhorar, e isso é tudo culpa dos bilhantes personagens apresentados e histórias contadas por ele. E da trilha sonora também, claro.

@sebastiao neto
&quot;Não acho certo comprara games com outras obras de arte como o cinema. É a mesma coisa de ver um quadro e acha-lo silencioso demais. (...) Games são obras de arte sim. Mas não é uma arte clássica como a pintura ou a ópera. É mais popular como o Rock.&quot; --&gt; Outro brilhante comentário com o qual eu concordo totalmente.

@AyPyCy
&quot;Não importa se o Kojima foi o cara por tras do MGS, é a assinatura da Konami que aparece na caixa. E empresas não criam obras de arte, elas criam produtos.&quot; --&gt; Com o começo do teu comentário eu não concordo nem um pouco, mas isso que tu disse é fato. Mas isso está mudando. O Kojima é só um exemplo, o Molyneux é outro... Mas o cara que eu pago um pau como &quot;criador&quot; é o Ken Levine, pelo que ele fez com o BioShock. Acho que ele vai ser lembrado como um dos primeiros artistas-dos-games que fizeram um verdadeiro clássico da narrativa interativa. Um dos, que fique bem claro.

@Renato
&quot;acredito que estamos vivendo um momento de fervor no que diz respeito aos games, em diversos sentidos, seja pelo crescimento da indústria, pela sua busca por maturidade, por formas inovadores de se jogar, tem bastante coisa acontecendo.&quot; --&gt; Concordo, e é justamente pensar nisso que me dá ânimo e vontade de continuar escrevendo sobre games, de continuar fazendo parte desse universo. Só jogar não é suficiente, porque os games não são mais só jogos. Pra mim, são um estilo de vida, quase uma filosofia.

@Marco
(Sem Quote)
Valeu pelo comentário, mas eu não concordo com ele. Tu estás glorificando o &quot;vídeo&quot; em detrimento do &quot;game&quot;. Os comentários anteriores (que eu sugiro que tu leia, ao menos alguns) nos mostram alguns bons exemplos de jogos com pouca capacidade gráfica que continuariam sendo relevantes e impressionantes mesmo se fossem lançados apenas hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Vinicius Silva<br />
&#8220;Os jogos ao meu ponto de vista podem ser expressões artísticas em muitos casos mas a indústria em que vivem é um ecossistema tecnológico.&#8221; &#8211;&gt; Brilhante comentário! É sempre importante ter isso em mente na hora de discutir essa coisa de &#8220;games como arte&#8221; ou qualquer coisa parecida.</p>
<p>@GladiadorBR<br />
&#8220;Os jogos da época do super NES envelheceram muito melhor!&#8221; &#8211;&gt; Sem dúvida. Tu deu como exemplo o Zelda: Link to the Past, dizendo que ele ainda seria impressionante se lançado hoje, e eu concordo. Mas eu penso ainda mais no Chrono Trigger. Se ele saísse hoje para uma Live Arcade ou WiiWare da vida, eu juro que votaria nele naquelas listas de melhores do ano daqui a sete meses. Aquele jogo é simplesmente impossível de melhorar, e isso é tudo culpa dos bilhantes personagens apresentados e histórias contadas por ele. E da trilha sonora também, claro.</p>
<p>@sebastiao neto<br />
&#8220;Não acho certo comprara games com outras obras de arte como o cinema. É a mesma coisa de ver um quadro e acha-lo silencioso demais. (&#8230;) Games são obras de arte sim. Mas não é uma arte clássica como a pintura ou a ópera. É mais popular como o Rock.&#8221; &#8211;&gt; Outro brilhante comentário com o qual eu concordo totalmente.</p>
<p>@AyPyCy<br />
&#8220;Não importa se o Kojima foi o cara por tras do MGS, é a assinatura da Konami que aparece na caixa. E empresas não criam obras de arte, elas criam produtos.&#8221; &#8211;&gt; Com o começo do teu comentário eu não concordo nem um pouco, mas isso que tu disse é fato. Mas isso está mudando. O Kojima é só um exemplo, o Molyneux é outro&#8230; Mas o cara que eu pago um pau como &#8220;criador&#8221; é o Ken Levine, pelo que ele fez com o BioShock. Acho que ele vai ser lembrado como um dos primeiros artistas-dos-games que fizeram um verdadeiro clássico da narrativa interativa. Um dos, que fique bem claro.</p>
<p>@Renato<br />
&#8220;acredito que estamos vivendo um momento de fervor no que diz respeito aos games, em diversos sentidos, seja pelo crescimento da indústria, pela sua busca por maturidade, por formas inovadores de se jogar, tem bastante coisa acontecendo.&#8221; &#8211;&gt; Concordo, e é justamente pensar nisso que me dá ânimo e vontade de continuar escrevendo sobre games, de continuar fazendo parte desse universo. Só jogar não é suficiente, porque os games não são mais só jogos. Pra mim, são um estilo de vida, quase uma filosofia.</p>
<p>@Marco<br />
(Sem Quote)<br />
Valeu pelo comentário, mas eu não concordo com ele. Tu estás glorificando o &#8220;vídeo&#8221; em detrimento do &#8220;game&#8221;. Os comentários anteriores (que eu sugiro que tu leia, ao menos alguns) nos mostram alguns bons exemplos de jogos com pouca capacidade gráfica que continuariam sendo relevantes e impressionantes mesmo se fossem lançados apenas hoje.</p>
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		<title>By: Renato</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5087</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 00:28:05 +0000</pubDate>
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		<description>a minha maior discussão foi videogame como uma nova mídia, acima de se é arte ou não, pq acho a discussão de ser ou não arte, algo de menor importância nesse sentido e que em geral se torna uma discussão infrutífera e vazia - como já se tornou. além do fato de cada pessoa definir arte de uma forma diferente e claro, uma definição de dicionário não significa que ela está certa ou qqr coisa assim, em geral são definições bastante genéricas ou às vezes restritas.

eu não quis comparar MGS a um filme, ou dizer que ele é um jogo-filme, mas sim dizer que como uma nova mídia, os games tb se apropriam de outras, como por exemplo o cinema e citei o MGS como exemplo. acho que problematizar games ou videogames como uma nova mídia é muito mais produtivo do que tentar definir o que seria arte dentro dos videogames, ou mesmo de fazer o oposto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a minha maior discussão foi videogame como uma nova mídia, acima de se é arte ou não, pq acho a discussão de ser ou não arte, algo de menor importância nesse sentido e que em geral se torna uma discussão infrutífera e vazia &#8211; como já se tornou. além do fato de cada pessoa definir arte de uma forma diferente e claro, uma definição de dicionário não significa que ela está certa ou qqr coisa assim, em geral são definições bastante genéricas ou às vezes restritas.</p>
<p>eu não quis comparar MGS a um filme, ou dizer que ele é um jogo-filme, mas sim dizer que como uma nova mídia, os games tb se apropriam de outras, como por exemplo o cinema e citei o MGS como exemplo. acho que problematizar games ou videogames como uma nova mídia é muito mais produtivo do que tentar definir o que seria arte dentro dos videogames, ou mesmo de fazer o oposto.</p>
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	<item>
		<title>By: Pedro Ivo</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5086</link>
		<dc:creator>Pedro Ivo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 23:03:52 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo. Para mim, são poucos os jogos que são &#039;&#039;artes atemporais&#039;&#039;. Jogos como Chrono Tigger e Shadow of the Colossus jamais serão superados, pelo menos para mim. 
Resumindo: na minha humilde opinião, essa coisa de &#039;&#039;arte&#039;&#039; depende muito de cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo. Para mim, são poucos os jogos que são &#8221;artes atemporais&#8221;. Jogos como Chrono Tigger e Shadow of the Colossus jamais serão superados, pelo menos para mim.<br />
Resumindo: na minha humilde opinião, essa coisa de &#8221;arte&#8221; depende muito de cada um.</p>
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	<item>
		<title>By: Igor</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5085</link>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 22:45:37 +0000</pubDate>
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		<description>Temos que nos lembrar que é jogos são um médium artístico muito novo, e as empreitadas para colocar arte no meio deles são ainda bastante experimentais. E isso vale pra todas as formas de arte. Se fosse lançado hoje um filme do Chaplin, choveriam críticas. Um Machado de Assis soaria arrogante pela linguagem que usava e as pinturas Barrocas pareceriam procurar demais uma realidade que é facilmente alcançada com a fotografia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Temos que nos lembrar que é jogos são um médium artístico muito novo, e as empreitadas para colocar arte no meio deles são ainda bastante experimentais. E isso vale pra todas as formas de arte. Se fosse lançado hoje um filme do Chaplin, choveriam críticas. Um Machado de Assis soaria arrogante pela linguagem que usava e as pinturas Barrocas pareceriam procurar demais uma realidade que é facilmente alcançada com a fotografia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: a</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5083</link>
		<dc:creator>a</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 19:25:09 +0000</pubDate>
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		<description>Pra que que vcs querem ver criticos admitindo videogame com arte? Arte é um porre, criticos de arte é tudo pseudo-intelectual frustado e a função do videogame assim como cinema é só entreter.
Se esquecem que no fim das contas vcs tão idolatrando um brinquedinho carero do Japão.

Eh irônico o outro lá dizer que MGS se compara a um fime já que o que vc mais faz naquilo é ficar parado assistindo. Isso resume bem a minha opinião quanto ao &quot;jogo arte&quot;, quanto mais se aproxima da arte mais deixa de ser jogo.
Veja o Shadow of the Colossus, o final é a única coisa considerada artistica nakela bagaça e que tem alguma importância ao enredo simplistico; beleza, vc vê seu personagem cair num fosso. E pode controlá-lo, mais nada que vc faça vai alterar o final. Zero interação, nem pode ser chamado de jogo já que não tem como ganhar ou perder. Fica lá assistindo
E dizem q isso é arte.

Final Fantasy virou uma baitolagem depois q passaram a dar mais importância as cutscenes que às lutinhas, até as magias tem 20 minutos de duração cada. E não vou nem falar da historinha nu gothic metal tosco que deram ao Sonic. 

Procure Arte no dicionário, é uma atividade totalmente passiva, dzier que existe arte interativa é um oxímoro. Os sentimentos de frustação, alegria e raiva que você falou; Marco, é comum em qualquer esporte ou competição e pouco tem a ver com o seu boneco na tela.
O máximo de interação com arte que conseguiram colocar nos joguinhos é como a bifurcação no final do Bioshock, tem o caminho A e o B. O good ou bad ending. O máximo q a evolução do hardware vai trazer é limitação, pois quanto melhor os gráficos mais caro fica as cutscenes, e menos risco os karas vão querer tomar, ae vai vira tudo mesmice.

Se dane a arte, quero mais é ver muito boob physics e sangue. : )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pra que que vcs querem ver criticos admitindo videogame com arte? Arte é um porre, criticos de arte é tudo pseudo-intelectual frustado e a função do videogame assim como cinema é só entreter.<br />
Se esquecem que no fim das contas vcs tão idolatrando um brinquedinho carero do Japão.</p>
<p>Eh irônico o outro lá dizer que MGS se compara a um fime já que o que vc mais faz naquilo é ficar parado assistindo. Isso resume bem a minha opinião quanto ao &#8220;jogo arte&#8221;, quanto mais se aproxima da arte mais deixa de ser jogo.<br />
Veja o Shadow of the Colossus, o final é a única coisa considerada artistica nakela bagaça e que tem alguma importância ao enredo simplistico; beleza, vc vê seu personagem cair num fosso. E pode controlá-lo, mais nada que vc faça vai alterar o final. Zero interação, nem pode ser chamado de jogo já que não tem como ganhar ou perder. Fica lá assistindo<br />
E dizem q isso é arte.</p>
<p>Final Fantasy virou uma baitolagem depois q passaram a dar mais importância as cutscenes que às lutinhas, até as magias tem 20 minutos de duração cada. E não vou nem falar da historinha nu gothic metal tosco que deram ao Sonic. </p>
<p>Procure Arte no dicionário, é uma atividade totalmente passiva, dzier que existe arte interativa é um oxímoro. Os sentimentos de frustação, alegria e raiva que você falou; Marco, é comum em qualquer esporte ou competição e pouco tem a ver com o seu boneco na tela.<br />
O máximo de interação com arte que conseguiram colocar nos joguinhos é como a bifurcação no final do Bioshock, tem o caminho A e o B. O good ou bad ending. O máximo q a evolução do hardware vai trazer é limitação, pois quanto melhor os gráficos mais caro fica as cutscenes, e menos risco os karas vão querer tomar, ae vai vira tudo mesmice.</p>
<p>Se dane a arte, quero mais é ver muito boob physics e sangue. : )</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Marco</title>
		<link>http://continue.com.br/22/05/2008/discussao-de-feriadao-estao-todos-os-jogos-fadados-a-irrelevancia/comment-page-1#comment-5082</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 16:00:15 +0000</pubDate>
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		<description>Não lí os outro comentários, então se alguem já disse isso perdoem eu repetir.

O jogos ainda estão engatinhando como arte, pelo simples fato que não temos as ferramentas para trabalhar com eles ainda. Os gráficos de hoje são bons, são. Mas são limitados. É como um livro no começo do surgimento da escrita, ou o próprio começo da pintura.

É fato que um dia teremos o ápice gráfico, em que absolutamente qualquer vídeo pode ser executado pelo hardware. Ai sim teremos uma arte real e sem data.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não lí os outro comentários, então se alguem já disse isso perdoem eu repetir.</p>
<p>O jogos ainda estão engatinhando como arte, pelo simples fato que não temos as ferramentas para trabalhar com eles ainda. Os gráficos de hoje são bons, são. Mas são limitados. É como um livro no começo do surgimento da escrita, ou o próprio começo da pintura.</p>
<p>É fato que um dia teremos o ápice gráfico, em que absolutamente qualquer vídeo pode ser executado pelo hardware. Ai sim teremos uma arte real e sem data.</p>
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