Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

Você provavelmente já perguntou-se por quê a maioria das meninas não entende que não dá para parar um jogo bem naquela hora só porque elas querem discutir a relação, ou por quê elas não conseguem aceitar que o que você está jogando é a nona maravilha do mundo.
O professor Allan Reiss, do Centro para Pesquisas Interdisciplinares de Ciências do Cérebro da Universidade de Stanford, nos EUA, resolveu fazer um estudo para descobrir por que as meninas aparentemente não gostam tanto de videogame quanto os meninos.
O que ele descobriu? Que jogar ativa partes do cérebro masculino que estão relacionadas a sentimentos de recompensa e vício. Quanto mais oponentes eliminamos e mais pontos marcamos, mais estimuladas são essas regiões. Por outro lado, nos cérebros femininos essas regiões são menos propensas a esses estímulos.
De acordo com o estudo, não é que as meninas entendam menos os jogos que os rapazes, é só que o incentivo neurológico delas é menor para ganhar. Digamos que a droga faz mais efeito em nossos cérebros que nos delas. É por causa dessas diferenças que os homens são mais atraídos e mais propícios a viciarem em jogos eletrônicos, estatisticamente falando. Afinal, nós somos mais territoriais e agressivos, e a maioria dos jogos são baseados em violência e conquista de territórios (ou variações desse tema) — segundo o professor Brown Allan Reiss.
É por isso que você não pode culpar sua namorada por ela não gostar dos mesmos jogos que você. Não é culpa dela.
E, se você ainda não encontrou sua cara-metade-gamer (e mora na Inglaterra), já pode usar um site de encontros voltado para encontrar a garota dos sonhos: uma que goste de jogar também. O site é o Game 4-a date, e você ainda pode ganhar um PS3 para ajudar no início do namoro. Esperto, não?
[Dica da Priscilla, via Telegraph, + via videogaming247]
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