Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes
Topei hoje por acaso com o vídeo aí embaixo, dá uma olhada:
Diz aí se não é “a cara” do Desktop Tower Defense, que saiu na primeira edição da coluna Joguetes.
Enquanto alguns nintendistas certamente vão começar com o papo de “olha a Sony copiando tudo que encontra pela frente”, eu adorei a idéia. O jogo só pegou a idéia e mecânica central do DTD (que, por sinal, é excelente e já foi amplamente copiada no mundo webgame) e construiu algo “quase-novo” em cima dela. Ficou diferente o suficiente para ser considerado algo novo. Se eu tivesse um PS3, estaria anotando já o nome desse joguinho aí pra botar as mãos nele. Deve ser algo.
Por outro lado, não fica tão bem pra um console quando o jogo que mais te empolga é um casualzinho, né? Se não fosse por LittleBigPlanet, esse seria o meu jogo mais esperado para o PS3.
Mas eu sou freak. Não gosto de simuladores corrida ultrarealistas, não gosto de Final Fantasy, não me interesso por MGS… e devia ter terminado este post há dois parágrafos.
P.S.: Lipedal e Lef, cadê posts de hoje?
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