Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

Como é bom ser blogueiro de games. Primeiro temos o anúncio, pelo amor de Deus, de um jogo das Chiquititas. Depois, rumores de um jogo sem opção de pausar. Em seguida sai o trailer de um Street Fighter bizarríssimo para PC, que é online e controlado só pelo mouse. Tudo isso em menos de uma semana.
Adicionando mais uma notícia bizarra à lista dessa semana tão farta, vi hoje no UOL Jogos um link para algo extraordinariamente interessante. Em Sorocaba, interior de São Paulo, um homem chamado Marcelo Camparini inaugurou uma filial da mega cadeia de lojas de games GameStop. Mas como?!
Marcelo tentou um contato direto com a rede americana para ter uma loja afiliada no Brasil, mas, cansado de não receber resposta, resolveu ele mesmo registrar a marca e lançar a sua nova loja com padrões internacionais (diga-se de passagem, muito superior a grande maioria das lojas GameStop nos EUA).
Brasileiro não desiste nunca mesmo, né? Isso é que é exemplo! Em vez de se resignar e escolher outro nome, tipo “GameTop”, o cabra macho foi lá e registrou o nome e a marca da GameStop no Brasil. Ele podia, então por que não fazer? E numa volta por cima digna de palmas, ele nem se mostra preocupado com ameaças da gigante americana:
“Eu registrei e tenho os direitos sobre a marca GameStop no Brasil, então agora são eles que terão que vir conversar comigo.”
Não é legal pra caramba? Pra falar a verdade eu não sei se é, não entendo nada de leis de marcas e esse tipo de coisa. Mas parece que o cara aí deu uma de esperto e se deu bem. Se tivermos algum leitor de Sorocaba, por gentileza mande os meus cumprimentos ao inteligente Marcelo.
Saiba mais no post do GamesBrasil.
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