
Peter Molyneux — um dos maiores developers do mundo, criador de jogos maravilhosos como Theme Park, Populous, Black & White e, mais recentemente, Fable II e o controverso Milo. Também conhecido como mestre do hype (mestre do marketing, diria eu), ele costuma exagerar as virtudes de seus jogos além do que é possível, mas não dá pra negar que suas ideias são revolucionárias e seus jogos, ainda que não tenham todo o conteúdo que ele promete, não deixam de ser muito bons.
Desde 2001, Molyneux demonstra um grande interesse em inteligência artificial, dando extensivas entrevistas sobre o assunto e testando o que for possível em seus jogos. Fez diversos avanços, como podemos ver na transição de Fable para Fable II, mas o maior deles sem dúvida é o Milo, ainda que (de acordo com o próprio Peter) o jogo seja composto de diversos truques para mascarar a real inteligência.
Nota-se ainda um tema comum a quase todos os seus jogos, especialmente os mais recentes e culminando com o projeto Milo: a presença de crianças e a importância da interação com as mesmas. Coincidência?
Não sei… circula uma notícia de que o Molyneux tenha tido um filho que morreu em 2001. Nem mesmo todo o poder da internet pode me dar mais detalhes do que isso, e o artigo original, que era da IGN, também parece ter desaparecido. Assim, não dá pra dizer se era uma pegadinha (de muito mal gosto) ou qualquer outra coisa, mas consideremos que seja verdade: isso com certeza nos daria um insight de como funciona a cabeça dessa criatura.
Molyneux diversas vezes já chamou o Milo de “seu filho”, e embora isso seja normal de um ponto de vista comercial, já que o jogo é um tremendo avanço tecnológico e foi uma verdadeira bomba nas nossas cabeças, se tornaria extremamente creepy se ele estivesse tentando criar um filho virtual para si.
Não foram poucos os que pensaram “pedófilo” ao ver o demo do Milo — céus, em entrevistas ele mesmo disse que aquela tecnologia daria um perfeito jogo de pornografia! Todas as coisas apontam que algo aconteceu pra ele ter essa paixão súbita por AI (pois antes da Lionhead, apenas Populous era similar aos jogos que ele faz hoje em dia), e o “Projeto Dimitri” — codinome de desenvolvimento do Milo — surgiu em 2001… bem, podemos apenas especular. Alguém sabe mais sobre isso?
Se essa história toda for mesmo verdade, ao menos de uma coisa podemos ter relativa certeza: um “jogo” desenvolvido desde 2001 em circunstâncias tão especialmente pessoais por um designer tão celebrado não tem a menor chance de ser muito ruim.
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