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	<title>Comments on: [Discussão de Fim de Semana] Violência nos games: mocinha ou vilã?</title>
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	<description>YOU ARE A SUPER PLAYER!</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 20:43:17 +0000</pubDate>
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		<title>By: Menino.Guaiaqui</title>
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		<dc:creator>Menino.Guaiaqui</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2008 16:10:50 +0000</pubDate>
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		<description>Querem saber? nem todo mundo pretende "avaliar" as sensações agradáveis ou desagradáveis atribuíveis ao que faz durante um game. Entretanto fazÊ-lo ou não não é simplesmente uma mudança significativa no gostar ou não gostar de jogos violentos, ou de praticá-la enquanto se diverte.
Diria que a questão é saber qual a significância que alguém atribui àquilo que pensa, diz e faz.Caso esse não seja um fator comum quando procura jogar um MGS3, por exemplo, a genialidade do cara que idealiza e cria jogos como esse é: poder trazer esse novo universo de problemas para você - sem exigências moralistas ou expectativas alheias ao produto.
Dira mais, alguém do calibre de um Hideo K deseja fazer muito mais do que uma boa diversão - talvez por isso que, de certo modo, ao se envolver tanto com aquilo que concebe, isso passe a ser indistinguível daquilo que ele provoca nos consumidores: poder compartilhar uma aventura inigualável e contar bem uma história - mostrando o quanto isso pôde afetá-lo de maneiras positivas em sua vida comum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querem saber? nem todo mundo pretende &#8220;avaliar&#8221; as sensações agradáveis ou desagradáveis atribuíveis ao que faz durante um game. Entretanto fazÊ-lo ou não não é simplesmente uma mudança significativa no gostar ou não gostar de jogos violentos, ou de praticá-la enquanto se diverte.<br />
Diria que a questão é saber qual a significância que alguém atribui àquilo que pensa, diz e faz.Caso esse não seja um fator comum quando procura jogar um MGS3, por exemplo, a genialidade do cara que idealiza e cria jogos como esse é: poder trazer esse novo universo de problemas para você - sem exigências moralistas ou expectativas alheias ao produto.<br />
Dira mais, alguém do calibre de um Hideo K deseja fazer muito mais do que uma boa diversão - talvez por isso que, de certo modo, ao se envolver tanto com aquilo que concebe, isso passe a ser indistinguível daquilo que ele provoca nos consumidores: poder compartilhar uma aventura inigualável e contar bem uma história - mostrando o quanto isso pôde afetá-lo de maneiras positivas em sua vida comum.</p>
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		<title>By: Mauri Link</title>
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		<dc:creator>Mauri Link</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 01:26:32 +0000</pubDate>
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		<description>Hmmm... Violência gera violência?
''Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da California diz que não. Segundo artigo publicado na Revista da Semana, na última década, “a exibição de filmes violentos reduziu os crimes em mil ocorrências por fim de semana nos Estados Unidos. Das 6 da tarde à meia-noite nos finais de semana, quando os cinemas costumam se encher, os crimes caem 1, 3% por cada milhão de espectadores sempre que são exibidos filmes extremamente agresssivos. Nos dias em que filmes menos violentos estão em cartaz, o índice diminui 1, 1%. Para os autores da pesquisa, esses efeitos permanecem nos dias seguintes ao da audiência do filme”.  Logo, concluem que a ficção pode ajudar a amenizar a  ânsia de bandidos  por assaltos e outras excentricidades sanguinolentas.''
Ver algo violento aumenta ou diminui a violência? Esses cientistas desocupados da Nova Zelândia, vou te contar...

Acabei de assistir ROCKY BALBOA... deu vontade de jogar Wii Boxing...

                                              XD</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hmmm&#8230; Violência gera violência?<br />
&#8221;Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da California diz que não. Segundo artigo publicado na Revista da Semana, na última década, “a exibição de filmes violentos reduziu os crimes em mil ocorrências por fim de semana nos Estados Unidos. Das 6 da tarde à meia-noite nos finais de semana, quando os cinemas costumam se encher, os crimes caem 1, 3% por cada milhão de espectadores sempre que são exibidos filmes extremamente agresssivos. Nos dias em que filmes menos violentos estão em cartaz, o índice diminui 1, 1%. Para os autores da pesquisa, esses efeitos permanecem nos dias seguintes ao da audiência do filme”.  Logo, concluem que a ficção pode ajudar a amenizar a  ânsia de bandidos  por assaltos e outras excentricidades sanguinolentas.&#8221;<br />
Ver algo violento aumenta ou diminui a violência? Esses cientistas desocupados da Nova Zelândia, vou te contar&#8230;</p>
<p>Acabei de assistir ROCKY BALBOA&#8230; deu vontade de jogar Wii Boxing&#8230;</p>
<p>                                              XD</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Gulherme Bova</title>
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		<dc:creator>Gulherme Bova</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 00:31:44 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o Gustavo. Imersão é tudo. Se o diretor do jogo conseguir criar um ambiente e um enredo bem imersivo ele automaticamente fará com que o jogador pense nos atos "in-game". 

Deixo aqui o exemplo de um jogo que eu acho genial: Bioshock. A primeira vez que me foi dada a opção de matar ou resgatar uma das Little Sisters eu fiquei um pouco baqueado. Pois o discurso do jogo, a narração, a musica e a interpretação dos atores é tão envolvente, que eu fiquei me perguntando se valia a pena matá-la ou não pelo prêmio sugerido. Pois bem, resolvi ser do mal e agredir a tal garota. Fiquei chocado com a cena de violência que veio a seguir. E o que tornou a cena mais violenta não foi o ato em si, a imagem, mas sim tudo aquilo que o jogo já havia me feito sentir. Gears of War é muito mais violento em termos de efeitos visuais que tal cena de Bioshock, mas eu não sinto nada ao serrar alguém no meio.

Fim :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o Gustavo. Imersão é tudo. Se o diretor do jogo conseguir criar um ambiente e um enredo bem imersivo ele automaticamente fará com que o jogador pense nos atos &#8220;in-game&#8221;. </p>
<p>Deixo aqui o exemplo de um jogo que eu acho genial: Bioshock. A primeira vez que me foi dada a opção de matar ou resgatar uma das Little Sisters eu fiquei um pouco baqueado. Pois o discurso do jogo, a narração, a musica e a interpretação dos atores é tão envolvente, que eu fiquei me perguntando se valia a pena matá-la ou não pelo prêmio sugerido. Pois bem, resolvi ser do mal e agredir a tal garota. Fiquei chocado com a cena de violência que veio a seguir. E o que tornou a cena mais violenta não foi o ato em si, a imagem, mas sim tudo aquilo que o jogo já havia me feito sentir. Gears of War é muito mais violento em termos de efeitos visuais que tal cena de Bioshock, mas eu não sinto nada ao serrar alguém no meio.</p>
<p>Fim <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Uehara</title>
		<link>http://continue.com.br/12/01/2008/discussao-de-fim-de-semana-violencia-nos-games-mocinha-ou-vila/comment-page-1#comment-1041</link>
		<dc:creator>Uehara</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 10:58:35 +0000</pubDate>
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		<description>Minha própria opinião umbigocentrista: violência nos games é diversão. Nenhum jogo estimula as pessoas a se tornarem assassinas, pelo menos não mais do que um filme ou um noticiário. Sã formas de entretenimento, e devem ser tratadas como tal, ou seja, pura e simples diversão. Eu mesmo não dou a mínima pra "pessoas virtuais", quando estou jogando, faço o que tenho vontade, o que acho que seria divertido. Seja matando Colossus que não fizeram nada pra mim, seja roubando carros em Vice City.

Videogames podem ter histórias profundas e imersivas, sim, mas os jogos são, acima de tudo, forma de entretenimento. Se violência é legal nos games, não há motivo pra restrição. Pessoas normais são capazes de distinguir realidade de ficção. Pessoas anormais... bom, digamos que não é um videogame sobre ajudar velhinhas a atravessar a rua que vai fazer um psicopata desistir de cometer crimes...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha própria opinião umbigocentrista: violência nos games é diversão. Nenhum jogo estimula as pessoas a se tornarem assassinas, pelo menos não mais do que um filme ou um noticiário. Sã formas de entretenimento, e devem ser tratadas como tal, ou seja, pura e simples diversão. Eu mesmo não dou a mínima pra &#8220;pessoas virtuais&#8221;, quando estou jogando, faço o que tenho vontade, o que acho que seria divertido. Seja matando Colossus que não fizeram nada pra mim, seja roubando carros em Vice City.</p>
<p>Videogames podem ter histórias profundas e imersivas, sim, mas os jogos são, acima de tudo, forma de entretenimento. Se violência é legal nos games, não há motivo pra restrição. Pessoas normais são capazes de distinguir realidade de ficção. Pessoas anormais&#8230; bom, digamos que não é um videogame sobre ajudar velhinhas a atravessar a rua que vai fazer um psicopata desistir de cometer crimes&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo Oliveira</title>
		<link>http://continue.com.br/12/01/2008/discussao-de-fim-de-semana-violencia-nos-games-mocinha-ou-vila/comment-page-1#comment-1037</link>
		<dc:creator>Gustavo Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 21:17:57 +0000</pubDate>
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		<description>na verdade queria ver mais interação e instrospeccção...

embora concorde com kojima, confesso que na cena final de MGS3 não tive a menor dó de dar um tiro na chefe...
Concordo que é genial, mas pelo menos pra mim, ainda não chegou ao patamar que ele mesmo queria...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>na verdade queria ver mais interação e instrospeccção&#8230;</p>
<p>embora concorde com kojima, confesso que na cena final de MGS3 não tive a menor dó de dar um tiro na chefe&#8230;<br />
Concordo que é genial, mas pelo menos pra mim, ainda não chegou ao patamar que ele mesmo queria&#8230;</p>
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	<item>
		<title>By: Argus</title>
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		<dc:creator>Argus</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 21:17:23 +0000</pubDate>
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		<description>(Ah, e parabéns ao Fabio)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(Ah, e parabéns ao Fabio)</p>
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		<title>By: Argus</title>
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		<dc:creator>Argus</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 21:13:20 +0000</pubDate>
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		<description>Minha opinião é exatamente a do Mauri Link. Acho que depende exclusivamente da pessoa e suas experiências passadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha opinião é exatamente a do Mauri Link. Acho que depende exclusivamente da pessoa e suas experiências passadas.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Mauri Link</title>
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		<dc:creator>Mauri Link</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 17:42:32 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns Fabio, muitos 1-up de vida!!!!

Quanto ao assunto...
Jogos influenciam sim. Outras mídias também. Nossos amigos e nossas experiencias de vida também. Somos afetados por aquilo que acontece em nosso redor. Mas cada um de nós é afetado de maneira diferente, por várias experiências diferentes. Um jogo, música, filme, conversa ou passeio "violento" pode levar uma pessoa a cometer um ato ruim, mas nunca é um fator isolado. Alguma coisa sempre acende o estopim, mas a bomba é formada de várias outras coisas que também não podem ser ignoradas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Fabio, muitos 1-up de vida!!!!</p>
<p>Quanto ao assunto&#8230;<br />
Jogos influenciam sim. Outras mídias também. Nossos amigos e nossas experiencias de vida também. Somos afetados por aquilo que acontece em nosso redor. Mas cada um de nós é afetado de maneira diferente, por várias experiências diferentes. Um jogo, música, filme, conversa ou passeio &#8220;violento&#8221; pode levar uma pessoa a cometer um ato ruim, mas nunca é um fator isolado. Alguma coisa sempre acende o estopim, mas a bomba é formada de várias outras coisas que também não podem ser ignoradas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Fabio Bracht</title>
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		<dc:creator>Fabio Bracht</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 15:52:18 +0000</pubDate>
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		<description>Pô, valeu! Hoje é meu aniversário sim. =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô, valeu! Hoje é meu aniversário sim. =)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Moisés Benicio</title>
		<link>http://continue.com.br/12/01/2008/discussao-de-fim-de-semana-violencia-nos-games-mocinha-ou-vila/comment-page-1#comment-1030</link>
		<dc:creator>Moisés Benicio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 13:27:50 +0000</pubDate>
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		<description>Bom... acho que tem espaço pros dois estilos. Tem jogos que tem grandes cargas de reflexão filosóficas... e isto é muito interessante por fazer o jogador refletir sobre alguns fatos e transpor estes pensamentos até para a vida real. Por outro lado tem dias que eu estou afim só de me divertir descompromissadamente e jogos menos sérios e/ou reais fazem bem ^^

Não só a favor de apelações... acho que tem muitos exageros desnecessários em alguns jogos... e dá pra perceber que é só para vender mesmo.

P.S.: Recebi um e-mail do Plaxo dizendo que hoje é o aniversário do Fábio!! Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeew!! Parabéns, Fábio!! Muita saúde e paz para você!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom&#8230; acho que tem espaço pros dois estilos. Tem jogos que tem grandes cargas de reflexão filosóficas&#8230; e isto é muito interessante por fazer o jogador refletir sobre alguns fatos e transpor estes pensamentos até para a vida real. Por outro lado tem dias que eu estou afim só de me divertir descompromissadamente e jogos menos sérios e/ou reais fazem bem ^^</p>
<p>Não só a favor de apelações&#8230; acho que tem muitos exageros desnecessários em alguns jogos&#8230; e dá pra perceber que é só para vender mesmo.</p>
<p>P.S.: Recebi um e-mail do Plaxo dizendo que hoje é o aniversário do Fábio!! Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeew!! Parabéns, Fábio!! Muita saúde e paz para você!!</p>
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