Os jogos eletrônicos são uma mídia nova, sim, mas já não tanto. Os primeiros jogadores já têm filhos há tempos, talvez até netos, e mesmo muitos dos que chegaram um pouco atrasados à festa — lá pelos idos dos 8 ou 16 bits — já têm seus rebentinhos torrando a paciência para pegar num controle. Ou seja, jogatina entre pais e filhos já não é nenhuma novidade.
Neste que é o primeiro dia dos pais da história do meu filho (o Continue!
), aproveito a discussão de fim de semana para perguntar a vocês: como é sua relação pai/filho/game? Se você é um papai, quais jogos gosta de jogar com o pequeno (ou pequena)? Quais não deixa ele jogar? Quais gostaria mais que ele jogasse? Você acha que os jogos desempenham um papel relevante na educação da criança?
E se você é filho de pai gamer, como é a experiência de jogar com o velho? Quais jogos vocês já detonaram juntos, quais ainda pretendem detonar?
Mal posso esperar para ouvir as histórias de vocês.
Quanto a mim, não tenho nada para compartilhar sobre esse assunto. O mais próximo de um filho que eu já tive é a minha gata Zelda, e o mais próximo de um videogame que o meu pai chegou foi meia partida de boliche no Wii ano passado. Mas tem um jogo que eu já separei na estante para jogar com o meu futuro mini-me: Viva Piñata. É.
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