Estamos chegando

Rolou lá nas gringas longínquas uma reunião de investidores da Activision. Aí o CEO deles, Mike Griffith, revelou os planos para a série Call of Duty. Pra começar, a notícia boa (pra eles): de tanto que o episódio 4, Modern Warfare, vendeu, a base de usuários/fãs da série simplesmente dobrou. Eu acredito piamente, já que sou exemplo vivo. Sempre tive verdadeiro asco a FPS de Guerra (se fosse pra ser FPS, que pelo menos fosse uma coisa mais inventiva, tipo Half-Life ou Metroid Prime), mas recentemente — há uma hora e quinze minutos, precisamente — eu terminei Call of Duty 4 e PUTAQUEPARIUQUEJOGOFODA. Sério, teve pelo menos dois ou três daqueles momentos inesquecíveis que eu nunca mais vou esquecer na vida.

Mazentão. Falei que eu tinha três motivos pra afirmar que o CoD5 não seria tão bom quanto o CoD4, né? Lá vai:

  1. A desenvolvedora não vai ser a Infinity Ward. Nenhuma foi anunciada, mas parece que vai cair na mão da Treyarch de novo (que fez outros três jogos da série). Duvido que outra produtora consiga pegar o que a Infinity Ward criou e melhorar. Não me entra na cabeça. Mesmo se me dissessem que o jogo estaria nas mãos de pesos-pesados como Bungie, Retro Studios, Valve ou da própria Nintendo, eu não acreditaria nisso.
  2. A Activision abriu as pernas para o mundo corporativo e resolveu que o jogo vai sair para, contem comigo: PS3, Xbox 360, PC, Wii, Nintendo DS e PS2. Seis plataformas, meus amiguinhos. Isso nunca dá certo. Nada contra querer ganhar dinheiro, Activision, mas isso aí ficou meio ridículo. Sei lá.
  3. Call of Duty 4 é muito bom pra ser superado assim tão rápido.

Ok, podem começar a me xingar agora.

[via Kotaku]