Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes
Sabe aquelas notícias que caem como uma bomba na cabeça da maioria das pessoas mas na nossa só chega como um pequeno lembrete seguido de um mero “meh”? Então. Em uma recente entrevista com algumas formas de mídia impressa japonesa que podem incluir ou não a publicação em grandes cadernos de papel com figuras, manchetes e letrinhas conhecidos como “jornais”, Satoru Iwata, presidente da Nintendo no Japão, falou de uma porção de coisas. Ele começou a falar de coisas aparentemente irrelevantes, como a parceria da Nintendo com o McDonald’s japonês e os serviços oferecidos nessa união.
Quando perguntado sobre a inclusão de funções de celular no DS, porém, a coisa esquentou.
A resposta do Iwata foi simples “não, nós não estamos pensando nisso, nem mesmo em modelos futuros do DS”. Peraí, modelos futuros? Discretamente, ele continuou: “um sucessor do DS terá gráficos muito detalhados e terá que ter alguma forma de sensor para detectar os movimentos das pessoas jogando”.
Enquanto a imprensa em geral ficou muito animada com os gráficos e com sentimentos mistos em relação ao sensor de movimentos, eu achei bem pouco surpreendente. Um novo portátil com gráficos melhores é apenas o rumo natural que a Nintendo vem seguindo desde o primeiro Game & Watch, e uma função nova similar ao Project Natal da Microsoft também parece fazer sentido para uma empresa que está ganhando fortunas com as palavras “inovação” e “todos podem jogar, até a sua avó paraplégica”.
No fim da entrevista, Iwata também falou sobre o controverso Wii Vitality Sensor e que o novo Zelda de Wii vai ser lançado no final de 2010. “Mas Argus”, você diz, “como não está super animado?! Você é fã de Zelda!”. Caro leitor, Smash Bros Brawl ia ser lançado em outubro de 2007 e foi adiado várias vezes até cair em fevereiro de 2008. Poisé.
[via Kotaku e os leitores exigentes no post anterior]
Posts relacionados: