Eu acho muita mancada quando uma empresa manda aos críticos “instruções” sobre como analisar os seus jogos. O trabalho das empresas é fazer os jogos, o nosso é o de dar a nossa opinião sobre eles aos consumidores. Mas a carta do Peter “Pedrinho Molinete” Molyneux aos críticos até que traz um ponto interessante:
“Eu tenho um favor a pedir a você: nós fizemos este jogo não apenas para ser legal para gamers como você, mas para qualquer pessoa. Então por favor, por favor, por favor, por favor, por favor encontre alguém que não joga videogame, assista a esta pessoa jogar e veja como o seu mundo acaba ficando, pois eu acredito que apenas quando você enxerga essas diferenças é que você percebe o quão única a experiência é.”
Eu acho que isso é vital hoje em dia. Frequentemente os críticos de games hoje em dia precisam se colocar na pele do jogador casual para avaliar os títulos que são feitos para este nicho cada vez mais importante, e isso só se consegue através de observação. Todo jogo que se diz casual, mesmo que em parte, eu coloco a minha namorada para jogar e observo as dificuldades dela e o que ela considera divertido, e é sempre tudo muito diferente da minha experiência.
Você já observou um gamer completamente casual jogando? Quais foram as suas conclusões?
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