
Se alguém ainda tem dúvidas de que o Brasil está no caminho certo para um futuro brilhante no mercado de videogames, esta dúvida deve ter se enfraquecido bastante nos últimos meses. Apesar de não ter rolado nenhum Megaton, as múltiplas boas novidades que aconteceram nos últimos, sei lá, 10 ou 12 meses são suficientes para concluirmos algo bem simples e direto: o mercado está aquecido.
Tão aquecido quanto aquela panelinha cheia de água no fogão, quase burbulhando, só esperando o miojo (de tomate da Turma da Mônica, no meu caso). Se tudo correr bem, em breve teremos uma bela porção de macarrão para colocar neste mercado aquecido, e aí são só mais três minutos até termos um suculento miojo sabor Desenvolvimento do Mercado acompanhado de um temperinho chamado Games a Preço Justo.
Estou viajando? Talvez. Mas se todo mundo estiver viajando como eu, essa viagem torna-se a única realidade possível.
Por isso a discussão deste fim de semana pergunta: o que podemos fazer? Se o mercado está aquecido, nós podemos ser considerados o fogo, ou pelo menos o gás que o acende. Precisamos fazer a nossa parte. Mas como? Mandar emails para os homens de Brasília cobrando aquele projeto de lei? Comprar originais em lojas nacionais? Adotar um pirata e tentar “convertê-lo”? Tenho certeza que tudo isso ajuda, mas deve haver formas mais criativas. Vamos nos unir e pensar em ações concretas que todos possamos fazer, se é que elas existem.
Alternativamente, um outro tópico que pode ser discutido é o bem menos positivo, mas talvez tão relevante quanto, “Vai mudar mesmo?”. Sempre tem quem ache que tudo é fogo de palha e que o Brasil ainda está bem mais longe do que a gente acha de se tornar um mercado decente. Eu gostaria de ouvir o argumento desses caras também, já que isso também rende assunto.