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[Sabe da última? O Continue está de colaborador novo! Depois de se comportar extremamente bem em uma discussão em um dos nossos acalorados posts, o Allec Ribeiro -- mais conhecido como Rikku -- impressionou a equipe com sua habilidade de redação e por isso foi convidado a juntar-se a nós. O garoto é prolífico e já escreveu quase meia dúzia de posts no seu primeiro dia; o primeiro você confere agora!]

Há dez anos, eu não imaginava que a tecnologia chegaria ao ponto onde está hoje: temos jogos quase foto-realistas, e também podemos jogar verdadeiras pinturas, como o fantástico e extremamente difícil Odin Sphere e o mais recente Muramasa, ou mesmo o praticamente perfeito Braid. Esse estilo artístico sempre me faz pensar se é realmente isso que eu quero para os meus jogos. Ao olhar para a reimaginação de uma mini-franquia de quase vinte anos atrás, A Boy and His Blob, eu digo que sim!

Aposto que muitos de vocês não jogaram o original, para o velho NES, então eu explico: era um joguinho híbrido de plataforma e puzzle em que você guiava um menino e seu simpático amigo gosminha — o twist é que essa gosminha, ao comer balas de goma (conhecidas em alguns lugares como jujuba, embora eu esteja falando daquela redondinha, sem flocos de açúcar) de diferentes sabores, se transforma em coisas como escadas e passarinhos para ajudar o menino em sua aventura supostamente épica. Na real, eu não acho o jogo grande coisa: lembrar do que cada bala faz e gastar muitas delas pra resolver um puzzle simples é frustrante, mas o conceito é sem dúvida legal.

Essa versão feita pela WayForward Technologies (Contra IV) para o Wii, porém, não vai precisar de memorização e vai retrabalhar todos os conceitos originais, formando uma história da amizade entre o menino e o gosminha intrínseca ao gameplay. Inclusive, há um botão de abraço no jogo!

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Awwwwwn… err, vocês não viram isso. Moving on!

Pra começar, como deu pra ver pela imagem acima, o jogo está sendo feito em um estilo 2D muito bonito, suave, e que de acordo com um dos desenvolvedores mistura técnicas 3D com 2D.

Bem, bem, continuando, agora as balas são infinitas, e podem ser selecionadas por meio de uma roda que mostra todas as disponíveis e suas respectivas funções, e creio que isso vá facilitar bastante e fazer o jogo um pouco mais aproveitável… se bem que, quem sou eu pra falar: sou péssimo em memorizar coisas e igualmente ruim em administrar recursos.

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O menino sozinho é frágil: não pula muito longe, não pode cair de alturas muito grandes e é bastante vulnerável aos inimigos do jogo, criaturinhas feitas de gosma preta: um toque e adieu. Por esse motivo, ele vai precisar da ajuda do Blob para superar seus obstáculos e, suponho, libertar o planeta Blobonia de… quem quer que o esteja dominando, provavelmente algum imperador maligno, ou quem um tentáculo roxo megalomaníaco.

Mas não pense que apenas o menino é fraquinho: o Blob fica carente depois de algum tempo sem ganhar atenção, e assim, vai escurecendo aos poucos; para resolver isso, nada melhor que um abraço bem apertado que mostra apenas o quanto os dois amigos se importam um com o outro. Tempo não vai faltar para essas demonstrações de amizade: o jogo vai ter um total de oitenta níveis — quarenta normais e quarenta escondidos.

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Terminando, eu acho que A Boy and His Blob vai ser genial — o jogo tem um estilo gráfico que me agrada, um gameplay que me parece ótimo, e desde cedo passa uma sensação que eu gosto de ter com a Nintendo. Pra quem quiser ver mais, existem os trailers da IGN e também os mais recentes vídeos do Destructoid, que entrelaçam o jogo com comentários de outro dos developers.

Blooooooob! Heeeeeeeeeeeey!

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