Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

Estou gostando de ver! Primeiro foi o filme do The Dark Knight, que saiu sem nenhum jogo à vista e todo mundo estranhou. Agora a mesma coisa vai acontecer com o hypadíssimo filme do Star Trek (você vai ver? Eu não sei nada sobre Star Trek, mas acho que vou mesmo assim).
Enquanto testava o spin-off Star Trek D-A-C para o Kotaku, Stephen Totilo perguntou ao produtor do jogo por que ele é simplesmente um “joguinho de navinha”, sendo que há todo um filme arrasa-quarteirões só esperando para ceder o seu nome e história ao jogo para que ele lucre milhões. A resposta do produtor Ben Hoyt foi animadora:
“Nós certamente não teríamos feito um trabalho tão bom quanto o do filme em contar a história. A quantidade de tempo que é necessária para fazer um jogo em grande escala não bate muito bem com o tempo que se leva para fazer um filme. Acredito que haja uma forte correlação entre isso e o fato dos jogos baseados em filmes não terem um histórico muito bom.”
Santo Hoytt!
O dia que as produtoras aprenderem esta pequena lição — é melhor um jogo foda que não saia junto com o filme do que um meia-boca só pra cumprir tabela –, o mundo dos games será melhor, e muito desapontamento de fãs será evitado.
[via Kotaku]
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