(Guitar Hero) [bb]

Tá bom, a verdade é que ele já foi lançado lá nos States, mas adicione alguns fatores intrínsecos ao fato de eu ser brasileiro (como a demora para o jogo ser importado, os impostos abusivos e falta de “tempo”) que fica fácil descobrir porque ainda devo continuar esperando um bocado por World Tour. 

Mas se o kit completo com bateria, microfone e guitarra custa lá seus US$ 200, pelo menos sonhar é de graça. E enumero a seguir alguns motivos do porquê você — que provavelmente não é nem tão viciado nem tão bom quanto eu — também deveria estar sonhando com o novo Guitar Hero.

Mais músicas descabeladoras. Se tem uma coisa que podemos concluir dos lançamentos anteriores da série Guitar Hero, é que os caras conseguem se superar a cada edição. Quando achávamos Freebird irritante, surgiu One para mostrar que éramos felizes e não sabíamos. Logo depois, fomos novamente relegados à nossa insignificância com Through the Fires and Flames. O que será que o futuro reserva? 

O melhor dos dois mundos. Muita gente passou a achar Guitar Hero sem graça depois de ouvir falar de Rock Band, mas a verdade é que o segundo ainda deixa a desejar. Não sei se é o setlist mais fraco, a mixagem das músicas, a jogabilidade quadrada… mas falta “pegada” no jogo da MTV Games. Felizmente, agora poderemos fazer em Guitar Hero quase tudo aquilo que criou todo o burburinho em cima de Rock Band: jogar em galera, criar uma banda “quase” de verdade, personalizar os personagens, etc. 

Setlist matador. Sério, chega dessa porcaria indie. O fã de Guitar Hero está acostumado com músicas boas e divertidas de se tocar, e a Activision não vai desapontá-lo. No meio de Bon Jovis e Korns da vida você encontra Muse, Ozzy Osbourne, Van Halen, Metallica, Motorhead, Sex Pistols, Dream Theater, Jimi Hendrix, Joe Satriani, Black Label Society e Zack Wylde. 

Guitarra foda. Ela é destacável. Ela é mais resistente. Ela é maior. Ela tem o select mais perto da strum bar. E céus, ela tem uma área no braço sensível ao toque! Dá pra ficar melhor? Acho que não em uma guitarra de plástico… 

Editor de músicas. Quando foi anunciado, esse foi um dos recursos que mais me empolgou em Guitar Hero: World Tour. Tenho que admitir que a animação diminuiu consideravelmente ao ler os reviews da imprensa gringa, mas mesmo assim ainda resta aqui no fundo uma ponta de esperança que acredita na possibilidade do jogo ter um editor de músicas eficiente que funcione com uma guitarra de cinco botões. 

Pratos! 

A bateria do Rock Band 2 tem? Ah, tá.

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