O tema da discussão do fim dessa semana (ou início, já que já é domingo…) não poderia ser mais simples. Portanto, vou direto ao ponto: quero perguntar a todos qual foi o momento — ou um dos momentos — mais catártico da sua história gamer?
Falo daquele momento em que você literalmente largou o controle, levantou do sofá e comemorou como se fosse o último gol marcado em uma disputa de pênaltis de final de copa do mundo. Aquele momento em que você fez algo que deixou de ser apenas mais um objetivo cumprido para se tornar uma espécie de realização pessoal, tão importante quanto ter passado de ano depois de um último semestre completamente pendurado nas notas.
Eu tenho dois ou três desses momentos para compartilhar, e depois é com vocês.
[Spoiler Alert!] Pequenos spoilers de Gears of War e grandes spoilers de Call of Duty 4 à frente.
Eu não sei o que acontecia, mas eu demorei — hm, vejamos… — mais de seis meses pra terminar Gears of War. Terminei ontem, por sinal, e foi isso que me deu a idéia desse post. Mas o último Ato foi tão foda que eu não consegui parar de jogá-lo até terminar. E eu não sabia que era o último; só quando cheguei ao chefe que me liguei que aquele era o bad guy da história, e portando poderia ser o último chefe do jogo.
Minha batalha contra o General Raam teve todas as fases clássicas de uma boa batalha contra chefe: a “o que diabos eu tenho que fazer pra não morrer nos primeiros dez segundos?”, a “o que diabos eu tenho que fazer pra matar esse cara?” e a “ahá, descobri! Agora só preciso conseguir fazer isso”. Depois de mais de 20 tentativas, jogando sozinho na dificuldade Hardcore, eu finalmente matei o infeliz. Com uma granada, depois de ter consumido toda a munição da minha metralhadora e já estar quase me entregando à morte dos desperdiçadores de balas. E eu nunca uso granadas.
Ao ver aquele monstrengo feioso caindo, morto, por vários ângulos diferentes, e assistir à subsequente e emocionante cena final, eu só não gritava de felicidade porque a namorada estava dormindo a uma parede de distância. Foi foda.
Ainda mais agora, que, lendo um pouco sobre o jogo, descobri que muita gente passa um sufoco desgraçado pra matar ele, e que há várias técnicas e manhas que podem ser usadas e eu não usei. Foi um dos raros momentos em que eu realmente me senti um bom jogador.
Agora só preciso de um parceiro pra terminar a dificuldade intense, no co-op, pela Live. Alguém se habilita? Falo sério.
O ano era 199X, o videogame era o Mega Drive e o jogo era Beavis & Butthead. Sim, Beavis & Butthead. O trecho era um em que eu precisava entrar no Burger World pela porta dos funcionários (para jogar um rato morto nas batatas fritas, fazendo com que o cliente vomitasse um item que eu precisava — mas isso não vem ao caso). O caso é que a porta só abria com uma senha numérica, e não havia nenhuma pista no jogo inteiro que me apontasse essa senha. Se havia, eu não tinha passado por ela.
Mas nem precisou. Em um lampejo de genialidade que eu tenho plena consciência hoje em dia que não foi nem de perto tão genial como eu imaginei à época, eu simplesmente descobri a senha. Sozinho, sem pista nenhuma. Como?
Bom, o teclado numérico onde a senha devia ser digitada tinha um detalhe muito peculiar: letras. Igual aos botões de telefone. Se a senha era numérica, as letras não serviriam para nada. Mas, se as letras não fossem servir para nada, por que estariam ali? Então elas serviam para alguma coisa, e eu botei na cabeça que a senha era uma palavra escrita com o teclado numérico, não um número aleatório. A primeira coisa que eu pensei em escrever foi Burger World, mas só havia espaço para oito números. Hm… uma palavra com oito letras… PASSWORD! Tentei digitar os números que formassem a palavra PASSWORD, mas não funcionou. Então digitei a segunda palavra de oito letras que me veio à mente: BUTTHEAD. Funcionou.
Esse foi o dia que eu passei a achar que era esperto.
Em Call of Duty 4, há uma fase em que você e um superior participam de uma missão de assassinato com sniper. Mas não é qualquer missão de assassinato com sniper. É a mais foda do mundo, sério. Mas, enfim. Depois da missão, obviamente toda a galera inimiga vem atrás de você e do seu superior. A fase consiste em ir até o ponto de resgate, onde um helicóptero de carga virá pegar a dupla.
No meio do caminho, os inimigos mandam um dos helicópteros deles para pegar vocês. Obviamente, você detona com o cocópito dos caras. Só que, ao cair, o bicho vem na direção de vocês. Manja aquela hora no MIB - Homens de Preto quando o Will Smith e o Tommy Lee Jones atiram em um disco voador, e ele cai com tudo bem na frente deles, só que eles sabem que não iriam ser atingidos e só ficam parados bem na frente do ponto onde o disco cai? Nessa hora do CoD4 rola um momento parecido com esse, só que o helicóptero inimigo vai acertar a nossa dupla. Por isso eles correm. Mas o seu superior já não é mais carne nova, e o helicóptero acaba acertando ele e quebrando uma (ou as duas) pernas do cara, em uma das cenas mais memoráveis da história dos games que eu já joguei. (Aliás, Call of Duty 4 está cheio de momentos assim.)
A partir daí você tem que continuar o caminho carregando o coroa. Depois de mais alguns encontros nada amistosos com esquadrões inimigos, vocês chegam ao ponto de coleta. Mas cadê o helicóptero de resgate? Atrasado, o maldito!
Então eis a situação: você e o seu machucado superior, encurradalados em uma clareira, com inimigos surgindo aos montes, de todos os lados, tendo que sobreviver por três minutos enquanto esperam por resgate. Foram os três minutos mais desgraçadamente difíceis da minha vida gamer. Sem exagero. Eu juro que decidi parar de jogar e me declarar vencido e desmoralizado por um software, mas o Luck não deixou. Me fez prometer que eu tentaria de novo, me disse que o jogo era maravilhoso e que eu perderia muita coisa. Aí eu tentei de novo. Não consegui.
Mas tinha me decidido. Que espécie de gamer seria eu se me declarasse vencido pelo jogo? Não, isso não poderia acontecer! Com renovada confiança, voltei ao front. E fui trucidado de novo.
Não lembro quantas vezes, quanto tempo, eu fiquei nessa parte do jogo, mas foi bastante. No início eu morria logo de cara. Aos poucos, conseguia permanecer vivo mais e mais tempo, até que finalmente consegui viver para ver o resgate chegar. Comemorando, larguei o controle e pulei pela sala, mas me virei a tempo de me ver morrendo de novo. Aparentemente, não bastava ficar vivo tempo suficiente para que o helicóptero chegasse. Eu teria que pegar o meu superior nos ombros e levá-lo até o cargueiro, sob a chuva de balas dos inimigos.
Isso até não seria tão difícil se não fosse por um detalhe. O único lugar onde eu consegui me esconder para sobreviver aos inimigos ficava diametralmente oposto ao ponto onde o maldito do meu superior ficava. Eu teria, literalmente, que sair correndo pelo meio dos inimigos, pegar ele e voltar — andando lentamente e sem poder atirar — até o helicóptero.
Respeirei fundo, liguei o foda-se, armei minhas granadas de luz (aquelas que entonteiam todos os inimigos ao redor). Lançando uma granada a cada meia dúzia de passos, tudo que eu vi foram clarões sucessivos e, às vezes, algum lampejo de onde eu estava e do estado dos inimigos ao meu redor — tontos. Tomei alguns tiros, e, sabe-se lá como, consegui chegar perto de onde estava o sargento. joguei mais uma granada (a última) perto do helicóptero, coloquei ele nos embos e fui.
Seria muita injustiça morrer naquele ponto, mas eu tomava tanto tiro que só conseguia pensar que o próximo que me acertasse seria o último. Mas o meu personagem estava tão determinado quanto eu, e recusava-se a morrer. Se em qualquer outro ponto do jogo ele tivesse tomado tanto tiro, teria morrido na certa. Mas não aqui, não agora. Não a dois metros da salvação e com um superior nos ombros. Não depois de tanto trabalho. Assim que ele chegou ao helicóptero, e este levantou vôo, eu gritei, pulei, comemorei, falei palavrões aleatórios, quase chorei. Foi o momento mais apoteótico que eu já passei com um videogame ligado.
E o seu, qual foi?
71 comentários em "[Discussão de Fim de Semana] YYYYEEEESSSS!!!"
5:43 pm
Tinha um jogo do SNES estilo Mario que era dos Flinstons, demore muito tempo e quase desisti de jogar pois em um momento tinha que dar pulos milimetricos entre os telhados das casas.
“larguei o controle e pulei pela sala, mas me virei a tempo de me ver morrendo de novo” lol, isso ja aconteceu comigo em outros jogos, é foda.
6:36 pm
Olha, são vários, viu?
Eu me lembro agora quando consegui passar na parte dos clones em God of War (PS2) dificuldade Spartan (HARD). Quase desisti e fui no Easy, mas acabei conseguindo! =P
Mas acho que momentos catárticos não são apenas quando você passa de uma parte difícil, mas quando se emociona com a história, ou supera medos.
Já passei por isso em jogos como Resident Evil e Chrono Trigger.
7:21 pm
O mais recente foi quando eu fechei Jumpin’ Jack Flash, a última música do último nível de dificuldade de Elite Beat Agents. Sério, aquilo foi… incrível
7:27 pm
Eu também venci Gears of War nesse fim de semana, ontem pra ser mais específico. A diferença é que eu tô com o jogo há duas semanas e só joguei nos fins.
Achei o jogo fodástico, um dos melhores que eu joguei ultimamente. Só o que estragou foi a Microsoft propagandear o jogo com o símbolo da Games for Windows - Live e não dar acesso aos brasileiros pela Live. ¬¬
Meu momento mais catártico (tive que procurar a definição disso o_o) foi vencer todas as weapons de Final Fantasy VII. Como eu demorei pra conseguir matar aquelas malditas!
E se tiver afim mesmo de ir no modo Intense no co-op eu topo, só me enviar uma mensagem nesse email, mas sou n00b ainda.
Falou!
7:28 pm
Esse seu do GoW é bem comum. Chefes de jogos de ação são chatos mesmo. Quando se consegue matar é sempre foda. Lembro como foi foda matar o Boba Fett naquele primeiro Star Wars do N64. Chefe mais chato que já feito.
Mas eu não chego a me empolgar não. ;D
Me emociono com enredos e tal. Por exemplo, Tales of Symphonia 2 me fez dar boas risadas já que a cada 5 minutos alguem fala alguma merda naquele jogo (personagens muito melhores que os da primeira versão).
Pra fazer inveja: to jogando Fatal Frame 4.
http://img211.imageshack.us/img211/78/imag0060mz5.jpg
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7:40 pm
“O mais recente foi quando eu fechei Jumpin’ Jack Flash, a última música do último nível de dificuldade de Elite Beat Agents. Sério, aquilo foi… incrível :D”
[2]
Depois de tentar umas 20 vezes, com a mão tremendo, eu consegui fechar aquilo. Quase taquei o DS no chão de felicidade xD
EDIT: Esse post me motivou a pegar o Ninja Gaiden DS de novo, pra tentar matar a maldita chefe que escapava de 90% dos meus ataques nas últimas vezes que joguei xD
8:49 pm
Sem sombra de dúvidas o meu foi a batalha contra o exército de clones no God of War no VERY HARD. Logo na primeira vez que tentei eu pensei: “Isso é impossível! Aposto que nem os criadores passaram dessa fase.” Mas depois de muitos dias eu finalmente consegui. Das que o Fabio falou eu consegui duas: a COD 4 e a GOW, sendo que esta eu achei infinitamente mais dificil e só ganhei porque eu dei a sorte do chefao ficar travado numa caixa e acontecer um bug sinistro em que ele nem atirava! Não sei se assim conta né! Flw
8:56 pm
Sobre o lance do Beavis & Butthead - putaquepariu. Eu joguei este game por semanas, meses a fio, e desisti por que não consegui o código para o Burger King. Na época cheguei a achar que o game era broken (e o sistema de password, pelo menos, era uma merda, vc anotava o password com o maior cuidado e depois o game carregava um progresso totalmente diferente).
Mas tipo, não me diga que o jogo não te dá o password vc TEM que ir na adivinhação mesmo? Crueldade isso viu.
9:08 pm
Quanto eu passei do tabuleiro de perguntas e respostas de Banjo Kazzoie. Sem saber inglês!
Aliás, foi o que deu pontapé no estudo da língua que hoje leio com fluência.
9:29 pm
“O mais recente foi quando eu fechei Jumpin’ Jack Flash…”
Nossa, é incrível como é difícil fazer isso da primeira vez. Eu tava a ponto de desistir. Legal é que nas outras vezes, de tão manjada que a música se tornou, dá pra levar ^^
…
Mas mudando de assunto, um dos momentos gamer mais frenéticos é ficar apertando o círculo que nem um retardado pra salvar o glorioso Snake da sala de tortura. Aquilo me deixou com cãibras, sério… Outro lance IMPOSSÍVEL é descobrir que pra matar aquele carinha (cujo nome me fugiu agora) tinha que ligar o controle na segunda porta.
9:30 pm
Meu maior momento gamer foi quando terminei Zelda: a Link to the Past do SNES. Até hoje lembro do quanto fui dormir feliz naquela noite distante do início dos anos 90 em que completei o jogo…
9:31 pm
Um que eu sempre lembro foi quando fechei o Super Mario Bros 3. Joguei aquilo por ANOS, sempre parando num momento qualquer. Quando finalmente zerei, foi inesquecível
O mais recente foi quando terminei o Boss Battles de Smash Bros Brawl na dificuldade Intense. Esse modo foi criado pra sacanear, muito mais difícil que o resto o jogo!
9:37 pm
Ah, teve também One - Metallica do Guitar Hero III também.
(passou o tempo de editar –’)
9:49 pm
Pra mim a última música do EBA na terceira dificuldade foi um puta desafio. Ainda não me animei a jogar na última dificuldade, porque fica apelativa demais =\
9:50 pm
Quando eu consegui finalmente subir aquela torre e chutar a bunda da chefe no Battletoads do Nintendinho. Ô jogo nervoso!
Jumpin’ Jack Flash no NDS foi foda também.
E derrotar o Mantis no Extreme e no controle 1 não tem preço!
9:53 pm
Olha, esse momento do CoD4 pra mim tb foi mais ou menos assim. Eu fiquei tres dias seguidos tentando váaarias taticas diferentes, mas não queria ser vencido pela maquina. E o engraçado é que eu pensei que ia morrer tb quando cheguei no helicoptero, foi algo mto mágico…Deve ser de propozito do jogo XD
10:00 pm
Faz tempo que eu não jogo nada muito difícil. Quer dizer, com excessão de FFIV, mas esse não conta porque é da época que jogo quebrado era uma coisa bonita. Então o que eu posso mencionar, que dá um desafio honroso, é God of War 2 (ainda não joguei o primeiro).
Como isso já faz um tempinho, não lembro o nome do chefe, mas é aquele guardião dos cavalos gigantescos. Já foi um puta trabalho chegar até ele, na dificuldade normal. Também pudera, eu nunca tinha jogado nada desse gênero (só tinha ‘visto’ Devil May Cry). Mas eu devo ter gostado de apanhar, porque dias depois eu tava no mesmo chefe, mas já na maior dificuldade (Titan).
10:07 pm
COD 4, sim!
Tomou o lugar de jogo mais foda do meu top 10. Ganhou de Half-Life 2 e os respectivos episódios devido à proporção épica que as fases ganham.
Mas o fim de COD é maravilhoso e os dos Half Lifes também.
A parte da corrida no meio daquele pelotão todo com Price é digna de filme. Assim como o epílogo que me deixou sem fôlego. E ahputaquepariu a primeira fase também é linda.
Droga, queria apagar o jogo da minha memória só pra jogar de novo com o mesmo impacto =/
10:09 pm
Hmm, são vários… God of War tb me proporcionou uns momentos lindos de catarse (geralmente antecedido por momentos em que eu queria jogar o console e controle janela afora). Realmente, tinha hora que eu achava tb que nem os caras que fizeram aquilo tinham conseguido passar.
Os últimos que eu tive foram jogando Genji de ps2 (8D ah vá, não tem nada que me dê mais nos nervos do que chefes em que vc tem que bater em 4 ou 5 coisas aleatórias antes pra daí bater no chefe de verdade. (aka chefe que além de tosco, é apelão) me dá nos nervos. dá aquele gosto quando vc consegue matar). Aliás, isso me fez lembrar do chefe final de Xenogears. Esse foi tão cretino que deu vontade de sair correndo berrando pela casa quando eu fechei o jogo.
Eu acrescentaria um momento catártico seguido por um anti-catártico, que foi um dos mais memoráveis da minha vida:
catártico: passar do chefe final de final fantasy X, sendo que eu fechei o jogo no mínimo de horas, abri o mínimo de skills, e fiz um mínimo de treino pq eu não aguentava mais aquela bagaça. Sabe quando vc compensa a falta de skill com um estoque de mil itens de cura? Bem nessas.
anti-catártico: eu matar o fdp, e um segundo depois, ACABAR A LUZ. (e eu acha que isso só acontecia em piadas gamers de humor negro =D)
10:24 pm
O mais recente foi conseguir terminar one do metallica(Hard) no guitar hero 3 no dual shock.
10:34 pm
Quando eu derrotei a elite dos 4 no Pokémon Diamond foi incrível.
Eu estava com meu último pokémon e restavam 2 do último integrante. O resultado foi que eu derrubei o Garchomp me restando apenas 3 de hp. Nem acreditei. =D
Meu primeiro Hole in One no PangYa! também foi demais! Uma tacada sem preocupação e sem qualquer tipo de efeito na bola. Caiu lindamente no buraco. XD
10:37 pm
Depois de terminar Guitar Hero II no Hard, a última música (Free Bird) tem uns 10 minutos e eu sempre perdia no final.
Mas que eu fiquei feliz mesmo não teve nada a ver com momentos in-game dos jogos, na verdade foi quando eu consegui instalar aquele versão com propaganda do primeiro Ghost recon que saiu.
Quando eu fui instalar, já não tinha mais como, e o único jeito foi instalar os 6000 arquivos manualmente, criando pasta por pasta no local certinho.
Ou seja, um arquivo errado, e a pesquisa de uma semana, mais o processo de instalar (3 horas) ia ser em vão, então imaginem como eu fiquei feliz quando a primeira fase carregou.
E como pude esquecer do Tomb Raider 5 pra PS1, no fim da 3º fase, tinha que pular na borda de um telhado que era a coisa mais dificil do mundo, tinha que pular bem na quina mesmo, e a gente fica bem longe do lugar, no minimo, eu repeti isso umas 50 vezes, e ainda tinha que aturar o load gigante cada vez que eu errava, já que ia demorar mais ainda se eu fosse subir no telhado de novo. Nem acreditei quando eu consegui.
10:39 pm
Ah, também demorei décadas na Jumpin’ Jack Flash. Meu DS chegou a ficar com medo quando ameacei jogar ele na parede, de tanta raiva que eu tava sentindo na hora.
Outra coisa, mais recente, foi em Trauma Center Under the Knife 2. Normalmente quando eu não conseguia passar de uma operação, eu jogava no Easy pra aprender melhor o que fazer e depois voltava no Normal. Mas não fiz isso na vaca da Aletheia. Fui direto no Normal, e penei muito pra matar a desgraçada. Quando ela invocava uns 8 Kyriakis de uma vez na tela, eu me desesperava com aqueles cortes sangrando e os sinais vitais descendo em queda livre, a vadia da Mayuzumi morrendo, meu DS com medo, minha mão tremendo de cansaço, eu respirava fundo e tentava denovo. Só depois de incontáveis tentativas que eu lembrei que a droga do gel antibiótico parava sangramentos temporariamente, aí o paciente não sofre danos com os cortes e eu posso matar aquelas merdas.
Mas no final, enquanto eu usava o HT, acabava com a vaca e os personagens iam falando, eu me senti O CARA. Senti uma vontade imensa de sair xingando o Mercer, a Mayuzumi e comemorando o possível fim do GUILT. Tudo valeu a pena naqueles segundos.
10:49 pm
E eu achando que não ia me lembrar de nada, me lembrei de mais uma, no Super Mario RPG do SNES, lá em Marrymore(?) onde a Princesa vai se casar, tinha uma porta que eu não sabia abrir, pra abrir, tem que ir correndo junto com o Bowser que fica batendo na porta.
Isso não seria nada demais quando eu descobri, mas possivelmente demorou mais de um ano até eu descobrir, já que toda vez que eu alugava a fita, eu ficava enroscado naquela parte, SEMPRE!
E pra terminar, no Resident Evil 1, faltava aqueles dois medalhões que ficam dentro de um livro, eu fiquei mais de meses procurando por eles, olhava em todos os cantos da mansão e nada, até que um belo dia, em mais uma procura pelos medalhões, eu resolvo olhar o examinar, viro o livro como se fosse abrir, mas acreditando que não ia abrir, mas então ele abre, e eu fascinado por ter achado o medalhão lá dentro, essa eu fiquei feliz ao extremo.
10:55 pm
O detalhe de jogar GH no dualshock é muito importante.
…O carinha que falou de Pokémon me fez lembrar como é chato capturar o Rayquaza (e alguns outros pokémons lendários inúteis)… Meu! Quando o maldito tava com um pixel de HP, ele fica confuso e se ataca! Não peguei aquele puto até hoje –’
(Aah, eu sempre quis jogar Under the Knife. Ainda compro.)
11:53 pm
Caramba, 25 comentários em poucas horas! Eu sempre me surpreendo com vocês. Sempre!
@Rafael Oliveira
Eu sabia que alguém ia citar as weapons do FFVII. Fiquei surpreso de tu ter sido o único (até agora).
@idiosyncratic idiot
Primeiro: não é Burger King, é Burger World! Hehehe! Sobre o lance da senha, eu realmente não sei se o jogo te fala ou te dá a dica em algum ponto, só sei que eu não recebi dica nenhuma, nem antes nem depois. Talvez essa seja a ironia da coisa. Um jogo estrelado por dois dos mais acéfalos personagens da cultura pop exige um insight de gênio do jogador.
@Igor
Nossa, aquele tabuleiro foi memorável! Um dos meus grandes momentos gamers também!
@Hodoufo
Tu passou da One no GHIII? Meus parabéns! Eu desisti, na boa. Não tenho capacidade.
@Lucas
Deve mesmo ser proposital do jogo, pra todo mundo sentir essa felicidade extrema, tipo “NÃO MORRI!! HURRA!!!!”. Se foi mesmo de propósito, ponto para a Infinity Ward por ter pensado nisso.
@Karen
Comigo aconteceu algo bem parecido, só que com Zelda: A Link to The Past. Eu tinha alugado o jogo, não estava conseguindo matrar o último chefe e já era o dia de devolver o jogo. Esperei até o último segundo e chamei a tele-busca (é, a locadora era um pouquinho mais chique :P). Aí fui tentar mais uma última vez… e consegui! Assim que a “virada” começou a rolar, ouço a buzina do motoboy. Gritei “AH NÃO!”, mas logo decidi que ia ignorar. Deixei o cara buzinando no portão e curti o final do jogo. No outro dia eu devolvi, paguei multa e tal, mas tava feliz.
@Cesar Martins
Nossa, alguém mais jogava PangYa nesse mundo! Achei que eu fosse o único. Mas nunca consegui Hole In One. Nem no Wii Sports, aliás.
@Renato Metal
Esse teu comentário sobre a porta do Mario RPG (que eu não tive dificuldade porque já sabia o que os carinhas estavam falando, e ele diz exatamente o que tu tem que fazer) me lembrou de outro caso completamente diferente, que me aconteceu no Donkey Kong 2. Eu tava jogando com um amigo, e a gente já tinha achado aquela aranha nas fases da lava do segundo mundo há um tempão. Só que a gente tinha uma puta dificuldade pra passar as fases com ela, porque a teia-plataforma nunca abria na hora certa. Até que eu fiquei meio puto e falei “bah, mas esse jogo é meio mal feito, né? A teia podia simplesmente abrir quando a gente apertasse o botão pela segunda vez!”. Aí o meu amigo tentou fazer isso e, claro, funcionou. A gente riu muito da própria noobice — de achar que a teia só abria em certos lugares ou acaso.
11:54 pm
Quase todo final de semana eu jogo SF3 com um amigo e sempre é aquele duelo Ryu vs. Ken, então o meu momento “chupafeladaputa” foi quando eu bati o recorde de luta mais rápida (aos 90, ainda!) e com um pequeno adicional: foi perfect!
Quase que eu papocava o controle do xbox no chão, rolou até deslizada de joelhos! Até hoje ele ainda não conseguiu me vencer mais rápido, muito menos com perfect nesse tempinho!
:D
:D
Acho que outro momento foi quando eu era pivete e estava jogando o dia inteiro Megaman 5 sem passar de um chefe, o que precede o castelo do Dr. Willy, e estava levando surra após surra! Já havia tentado várias estratégias… várias armas… gasto meus energy tanks e etc! Foi aí que já de saco cheio, com a minha mãe me mandando dormir, que eu apelei para a única coisa que eu não havia tentando ainda: o Beat! Nossa, eu quase enfartei quando vi o passarinho massacrando o inimigo, parece que tinha saído daquele filme do Hitchcock! O pobre do inimigo só conseguiu me atacar quando seu life estava na metade e o beat estava esgotado… daí usei o recarregamento de arma e mandei o beat pra cima dele denovo!
Foi foda! Gritei de felicidade :~~~~~
11:57 pm
Opa, já ia esquecendo de um jogo que foi repleto desses momentos de vitória: Battletoads do NES!
É praticamente impossível passar de primeira da fases da motos! O negócio é incrivelmente sinistro… acho que pra passar de primeira daquilo dali só com a ajuda de psicotrópicos ou alguns tarja preta!
12:12 am
Só corrigindo uma parte do comentário sobre Resident Evil 1, o “eu resolvo olhar o examinar” ali em cima é “eu resolvo examinar o livro”, porque se alguém não jogou, o item que a gente precisa fica escondido dentro de um livro, livro que é um item que fica conosco, e não em uma prateleira, e a única forma de achá-lo e ir no menu, examinar o item, ai abre um menu 3D com o livro, e nós temos que girar o livro como se fosse abrir pra ler um livro real, e o medalhão está dentro dele.
12:23 am
Maldito lago Craac do Alex Kidd in Miracle World do Master System. Era f*d@ passar ali, e depois eu morria no grande Janken. Eu era criança, cabação, era meu primeiro video-game, mas eu precisava passar aquilo! Quando o Grande Janken errou, quando eu terminei o jogo, as pernas estavam bambas, eu tremia, eu suava e ai eu tive aquele final… decepcionante. Eu não sabia nada de inglês… nem pra me mostrar um deseinho. Jogo maldito, nunca mais eu joguei!!!
12:49 am
Ah… lá em 199X, com meu novissimo master system, com muita dificuldade e depois de muitas tentativas passei da PRIMERIA fase de um joguinho chamado “Vigilante”. Me empolguei tanto, que achava que os inimigos da primeira fase iriam ficar com medo de mim, ai, nem esperei ver direito como se parecia a segunda fase, “resetei” na hora, crente que que ia ver o medo dos inimigos pixelados da primeira fase…claro que não foi bem assim… Mas por um momento me senti o máximo.
Outro momento de catarse foi quando eu acordei mais cedo (estudava de manha) para jogar um poco do meu master system. O jogo era Alex Kid in Miracle World, e eu sempre via na demo inicial do jogo uma fase “da lancha”, nunca tinha conseguido chegar naquela fase, até que naquele dia (talvez pelo sono) eu consegui, foi a maior felicidade.
1:21 am
Cara tem muitos jogos que me empolgo, mas…
O meu 1º foi em Sonic de Master System, eu tinha acabado de zerar e fui contar pra minha mãe pq tinha sido o 1º jogo que zerei na vida, aí ela pegou umas bombinhas e começamos a tacar lá no quintal e gritando “Aêêêêêêêê!!!!”
Já o ultimo que me empolguei de verdade foi “Zone of the Enders the 2nd Runner”, pra mim esse é um dos mais stressantes de difícil pra Play2 (sempre quando jogava eu deixava uma almofada do meu lado pra quando eu morrese dar um soco nela), aí quando eu derrotei o Anubys(último chefe), dei um grito “Yeeeah!” dei um pulinho e um soco no ar, e fiquei cantando em sincronia com a música do zeramento com sorrizo de orelha à orelha muito empolgado!
XD
1:37 am
Vários momentos desses já aconteceram. Acho que todo mundo que joga a mais de… 3 semanas tem algum momento na memória. Vamos compartilhar os meus.
Primeiro, eu aprendendo a jogar Guitar Hero 2. Nunca tinha jogado, nunca tinha visto ninguém jogar, e obviamente, passava sufoco no Normal (apesar de ter prática em jogos musicais). Eis que passo do Tier 5 e vejo a música Sweet Child O’Mine pra ser tocada. De longe, essa é a minha música preferida do Guns. O que eu fiz? Parei o jogo, fui no Free Play, e demorei 3 dias pra tocar ela no Expert. Nem acreditei quando consegui.
Passar os clones do Kratos no final do God of War 1 em nível God também foi legal pacas.
E o mais memorável de todos os meus recordes: Zerar Megaman 6 (nintendinho) sem usar [b]nenhuma[/b] arma especial, nenhuma armadura (exceto onde era obrigatório), e nenhum subtank. Deu uma trabalheira dos infernos, mas quando eu finalmente consegui matar o Wily com o tiro normal, eu joguei o controle atrás da TV só no impulso da comemoração.
1:51 am
Eu me habilito a ir co-op no insane… é tudo que eu quero ;X
Perguntinha de noob: A live ainda tá free neh? pra partidas PC com XBOX360 ?
1:58 am
O memorável meu foi o final do Megaman 7 do SNES.
Foram dias tentando descobrir como eu derrotaria a ultima forma do Dr. Willy. Até que eu descobri ke a habilidade das molas é que dava mais danos e ainda era mais pratica de se usar. Quando consegui derrota-lo, pulei de alegria no dia, e pisei no fio do controle com tudo
e quase meu SNES vai ao chao xD
8:10 am
Umas das histórias que posso tirar pra contar é com sonic adventure dois.
Na hora de matar aquele chefe final Ultimate life force.
Começa a tocar aquela musica live and learn. pow foi demais meu video game estava ligado no aparelho de som então pus o volume no maximo. aquela musica empolgava muito e la fora estava tendo um churrasco, ouvindo a musica meus tios e meus primos vieram ver oq era. Todo mundo se empolgou c a musica e ficaram torcendo pro sonic e p shadow, qdo matei o chefe todo mundo comnemorou e talz. o mais legal foi qdo eu pedi agua da minha prima e ai todo mundo… vai lá tras agua e talz só faltou a massagem no ombro e limpar o suor da testa… o ano foi 2004 o video game, meu dreamcast
Outro q eu me empolgueei muito foi com o final fantasy dirge of cerberus, no final do jogo qdo começa a tocar redemption do gackt e o chefe final aparece, fiquei tao nervoso q fiquei pulando ate mata -lo, nunca xinguei tanto um chefe!!!
8:13 am
Houveram vários momentos desses.
Os mais marcantes possívelmente:
1 - Matar os dois Wepons de Final Fantasy 7 foi memoravél, porém, a dificuldade de fazer um bendito CHOCOBO DOURADO foi o momento “mais épico” de FF7 para mim, quando vi que tinha conseguido endoidei e pulei como um louco!
2 - Kingdom Hearts 2, encontro com sephiroth e tomo o maior surra da minha vida, saio, evoluo por muitos dias e horas, retorno ao local e … outra surra daquelas. Depois de perder a conta de quantas tentativas, derrotei o maledetto vuta merda como fiquei feliz!
3 - Ninja Gaiden Black no nivel Master Ninja e uma batalha homérica com a alma foi sem duvida MAIOR momento de todos. Não pulei, não gritei, nem nada… mas cai deitado na cama olhando o teto e pensei “VUTA MIERDA!!! JOGUEEEEEEEI MUUUUUUUITO” hauahauhauah
8:59 am
Foram três no PS2 e um no PC. Vamos a eles:
4 - Grand Theft Auto San Andreas (PS2)
Era a primeira vez que eu jogava direito GTA e estava adorando aquela ambientação anos 90, as gangues de Los Santos e etc. E chega uma missão, aquela que você vai com Big Smoke, o traficante gordinho, acertar umas contas com uns russos (parentes de Niko Belic? Hmmm) e a cena começa num tiroteio dentro de um prédio e segue para uma perseguição de moto a lá Terminator 2, com direito a caminhão despencando do viaduto e tudo mais. Coincidência total, na hora q subimos na moto começa a tocar Guns’n'Roses o que tornou a coisa toda mais emocionante. Fiquei tão ligado na cena que acabei fazendo a missão na primeira tentativa, empolgadissimo.
2 - Final Fantasy XII (PS2)
Eu joguei muito Final Fantasy XII. É o meu preferido da série. Quando em cheguei ao ultimo save e vi que depois dali era a batalha com o Wayne, pensei: vou jogar mais. Fazer o maximo de hunts possiveis, sidequests q eu tenha deixado pra trás.. dai eu volto. Senão perde a graça. Ou seja eu levei meses pra ver o fim do jogo. Por outro lado, me apeguei aquele grupinho. Daí quando finalmente assisti o final.. foi “o final” pra mim. É só uma sequência de CG, mas cara… adorei cada segundo.
World of Warcraft (PC)
Eu jogo games da Blizzard desde criancinha. Era minha primeira vez no mundo de Warcraft, o MMORPG que todo mundo falava tanto. Depois do comecinho + ou - matando monstrinho e acordando orcs vagabundos com uma varinha, eis que me mandam pra Ogrimmar, a capital da Horda, pra falar com Traal, o chefe dos Orcs. “Uau, Traal, que massa” e lá fui eu, correndo pra cidade. E eram umas 3 da madrugada quando o meu orczinho furreba low-level entrou pela primeira vez na metropole da Horda. Lembro como se fosse hoje, eu parado ali, os fones de ouvido com o som no talo, o rufar de tambores e o visual da cidade na minha frente. Fiquei um bom tempo parado na entrada, vendo aquele monte de prédios lá embaixo, os outros pjs aparecendo.. “Cara.. isso sim é World of Warcraft”. Lindo.
1 - Metal Gear Solid 3 (PS2)
A morte da Big Boss. Momento mais catártico, mega-blaster-foda dos videogames até hoje. Eu não queria apertar o botão, me recusei por um bom tempo. E ela ali pedindo. Apertei com lágrimas nos olhos. Por causa desse momento que eu pago tanto pau pro Kojima.
9:28 am
@Katsutoshi
Que eu saiba é grátis sim, mas só pros jogos que suportam. Tem alguma coisa na caixa do teu Gears de PC que diz que dá pra jogar com quem tem o jogo no Xbox 360?
@Pablo Raphael
Legal que os teus momentos foram mais “emoção” e menos “comemoração”. Te digo que se um dia eu jogar MGS3 vai ser só pra matar a curiosidade desde tal “momento Big Boss” que tantos falam…
10:28 am
MGS3 possui uma carga pesadissima de momentos catárticos. Recomendadissimo! Fábio, não jogar esse jogo é uma heresia!
10:42 am
Nossa… Eu tive vários, mas vários mesmo. Principalmente por não ser um “gamer talentoso”. Vou citar alguns:
1 - Matar Raam em GoW. (no easy, estou jogando no hardcore agora, mas não creio que tenha tanta diferença assim. Não há nenhuma diferença grande nos chefes, apenas os “capangas” são mais pentelhos e precisos)
2 - Matar o primeiro Berserk em GoW. (vivia errando o momento certo de pular, e o FDP do Don ficava sempre perto pra virar patê)
3 - Terminar Duke Nukem 3D sem nenhum código.
4 - Terminar Doom 2 sem nenhum código.
5 - Terminar Medal of Honor: Allied Assault
6 - Jogar o primeiro Half-Life… Sério, aquele jogo é comprido pra caramba e tem vários momentos assim.
E qualquer momento em algum jogo onde esteja cercado de inimigos, quase morrendo e conseguindo esquivar de tiros.
11:45 am
Bem, se nao me engano, quando eu tava com conta silver, eu ja joguei kem tava com XBOX360, que é o casamento de partidas, posso estar errado, mas nao custa tentar
De qualquer forma, eu vou comprar cartao live gold pra jogar tranquilo, ja que live free é por tempo limitado. Qualquer coisa, é só adicionar : KatsutoshiBR (parece nick de mmorpg :P).
Homero, o RAAM está mais preciso também. Eu estava jogando no Hardcore e levei uma p**a surra dele até lembrar de como eu fiz da ultima vez pra mata-lo.
11:52 am
Ganhar uma Champions na master league do winning eleven fazendo coop com um amigo sempre é emocionante =D
11:56 am
(spoiler) baaah outra completamente “HOLY SHIT!” era no FFIII qdo uma personagem tentava se matar, se atirando de um penhasco… alguem lembra?
1:07 pm
Pessoal ali tava falando que depois Jumpin’ Jack Flash fica fácil… é, claro que fica. Porque tu praticamente DECOROU pra passar da primeira vez |: isso acontece em quase todas as músicas.
@Marcos Henz: começa a jogar. Depois que se acostumar, as outras dificuldades vão parecer estar em câmera lenta.
Lembrei que a primeira vez que eu matei o Metroid Prime foi fantástica. Foi o meu primeiro jogo em 3D terminado em um videogame meu, com o meu controle, e na minha casa.
…além de que eu penei um monte para matar o bicho. Malditos Fission Metroid.
1:27 pm
Vários dos momentos citados envolvendo Final Fantasy, Zelda e outros RPG`s foram memoráveis também para mim. Sendo assim, vou citar um que não foi falado:
O meu momento mais catártico foi quando terminei Super Metroid.
Completo.
Em pouco mais de quatro horas.
Sem Interrupção.
2:06 pm
Hum, sempre leio aqui, mas nunca posto. Só que agora até deu vontade!
Tenho vários, e muitos eu só lembrei porque vi aqui. Vamos lá.
1 - Fazer 100% no Super Metroid de SNES. Eu tinha o jogo, e conseguia fazer “só” 99% nele. Eu jogava todo dia, voltava nos mesmos lugares toda hora e não achava nem a pau. Até que um dia um amigo apareceu com uma Game Power velhona que ele tinha conseguido achar nem sei como. Quando vi na capa que tinha um detonado de Super Metroid, quase rasquei a revista de tanta afobação. E não é que mostrava lá onde pegar o maldito item! Nunca vou esquecer o momento que apareceu 100% na tela.
PS: Só pra constar, o detonado da Game Power só te ensinava a fazer 98%. Ou seja, eu era melhor que os caras. Usei muito isso pra me gabar.
2 - Matar Ruby e Emerald Weapon no FF VII, e Omega Weapon no FF VIII. Hoje é banal fazer isso; tem combos de matérias e afins que matam os bichos com uma ação, mas na época…
3 - Terminar o Resident Evil Remake de GameCube no modo Invisible Enemy (Sim, todos os inimigos ficam invisíveis!!!).
4 - Passar da parte dos clones no God of War. Eu já achei difícil no normal. No Hard então foi um pesadelo. Por causa dessa parte, e só por ela, eu desisti de jogar no Very Hard.
5 - Pegar o último pedaço de coração no Zelda de SNES. Era como o Metroid, faltava só aquilo e eu jogava sozinho, sem detonado nem nada. Foi uma realização.
6 - Fazer Rank 5 estrelas com todos os personagens em todos os cenários no modo Mercenaries de Resident Evil 4 e conseguir a Hand Cannon. Nunca mais!!! Amaldiçoado seja o cara que criou o zumbi da motossera.
7 - Ser obrigado a dar o tiro de misericórdia na The Boss no MGS3. Genialidade pura. E um dos momentos mais tristes que já vi em um jogo.
Por enquanto é isso. Se lembrar coloco mais.
@Igor
Eu joguei Banjo-Kazooie pensando em quão difícil seria uma pessoa que não sabe inglês passar daquela parte. Você tem meu respeito!
4:43 pm
@Fábio
Tive as mesma sensações que vc no Gears of War e no Call of Duty, sendo que nessa parte do Call of Duty eu fiz uma malandragem em um corredor que fica na parte direita no fundo da fase que me ajudou muito, e olha que eu tentei trocentas vezes outras maneiras e não fui bem sucedido, jogasso. Segue a minha lista das impressões do PS2:
Final Fantasy XII:
Para mim um jogo maravilhoso, fiz de tudo naquele jogo e faço das palavras do Pablo Raphael as minhas, quando percebi que estava próximo do final, comecei a fazer todas as sidequests e hunts para ficar com Van, Penelo e companhia mais alguns meses. Perfeito!
God of War 1 e 2:
Não tenho palavras para descrever esses momentos de jogatina, ele é viciante, ele tem CG’s fodassos, tem partes que vc fala “filho da put… de inimigo do baralho” e ao final das duas sagas ver o teaser do GOW3 não teve preço, Zeus eu ainda vou te pegar seu bastardo!!
Shadow of Colossus:
Ver Agro caindo no precipício me fez quase chorar e dai pra frente os Colossus não iam merecer meu perdão, jogo nota 1000.
Metal Gear 3 - Snake Eater
Todos os chefes desse jogo são casca grossa, mas o chefão The End
me fez admirar Hideo Kojima de uma forma absurda, para matar o cara eu tive que subir em árvores, ver o reflexo de sua luneta, pular da árvore, atirar nele correndo, eu fiz de tudo, mas o final do jogo foi o mais foda e o momento “The Boss” nunca mais sairá da minha cabeça….simplesmente cinematográfico!
Tenho outros mas prefiro deixar com essas memórias mais recentes…
5:15 pm
Corrigindo eu mesmo, escrevi lá encima “morte de Big Boss” mas isso é em outro jogo
Quem morre é The Boss XD
E momento comemoração teve um recente:
O dia que eu finalmente completei Three Leaf Clover a missão do assalto a banco de GTA IV. Demorei, me frustrei, voltei lá, fiz de novo, dividi “em partes” até dominar todas elas e finalmente conseguir. Foi demais
5:33 pm
Quando eu passei da Jumpin’ Jack Flash no HARD ROCK
puta que pariu. eu saí pulando berrando,parecia o cara do nintendo sixty four.
tbm tem varios outros,mas esse foi o mais recente
6:08 pm
Não ha jogo mais sincero que F-zero GX.
Se o jogo diz q é very easy .. é very easy. Logo, se o jogo diz very hard … é very hard. Tanto story mode quanto campeonato … foi uma vitoria sem noção quando eu consegui =D
Q pod race o q … o verdadeiro jeito de se verficiar um jedi é no f-zero xD
Tb incluo o final do banjo .. ja q meu ingles era quase negativo… e ja q estamos falando de plataforma … as ultimas 120 estrelas do mario 64 … primeiro jogo q eu completei 100% =D
E … se for contar emoção q nem o pablo disse … acho que nada vence do castelo em p&b do wind waker =3
6:44 pm
Ikaruga - Tageri, Hard
Rock Band - Run to the Hills, Bateria - Expert
Quem é mais hardcore que eu?

7:12 pm
Legal…
Antes, quero dizer que One, no GH3 é FÁCIL. Ela só tem tamanho. Dificuldade que é bom, nada.
Vamos ver quem passa TTFAF no Expert. Essa nem eu consigo.
Meu maior momento mesmo foi zerar Super Mario World no SNES. Eu tinha o console há muitos anos e nunca passava da maldita fase da ponte que sobe-desce do 3º mundo. Ô fase maldita.
Recentemente resolvi tentar zerar, mas com 100%! Tava quase, passei o Bowser, o Mundo Especial, a fase maldita e deu 95 (pra zerar 100% tem q tar 96). demorei para achar o que faltava, mas descobri que era uma entrada secreta que não havia passado.
Esse foi meu maior ato até hoje. Tive outros, mas esse foi demais!
7:58 pm
nooooooooooooosssa !!! super mario world =O
A star road foi um yeeeeeeeeessss atras do outro … até q ….. eu empaquei de tal froma faltando 2 estagios … q eu só terminei faz pouco tempo emulando …. e ai sim .. foi um super ultra yes guardado e envelhecido como um bom vinho xD
9:56 pm
Ikaruga é foda mesmo, doctorgowned.
Mas acho que isso aqui é só um pouquinho mais difícil:
http://www.youtube.com/watch?v=sQZuidKexBQ

10:53 pm
Eu só tive dois momentos “antes” de virar o jogador hardcore. O primeiro foi vencer a maldita fase do Battletoados (Nintendinho) do Jet Ski (na versão Super Nintendo, esta fase é igual, mudando apenas que os sapos bom de briga trocam um jet ski por uma peça do jogo de dama). Quem jogou, sabe bem que a fase começa a ficar rápida e com obstáculos se “aglomerando” ao ponto em que as curvas devem ser feitas MILIMETRICAMENTES, além de acertar a dostância no salto final (sim, acho que foi o jogo que mais xinguei quando “superei”).
A outra dor de cabeça foi o sensacional Super Mario RPG (o do Super Nintendo), onde fiquei 1 mês travado naquela maldita fase do navio afundado onde era necessário digitar uma senha: PEARLS. “Ok, onde está a dificuldade”, você pode estar se perguntando. O detalhe é que eu estav jogando a versão JAPONESA e não sabia p*%# nenhuma daqueles rabiscos (hoje sei alguma coisa por causa disso). Ou seja, comprei um dicionário de japonês e fiquei “caçando” cada “simbolo” que poderia servir de pistas e tal. Não, eu não tinha acesso à internet (nem sabia ligar computador ^^’) e só com a ajuda de um amigo que tinha chegado do Japão que consegui avançar.
Meu próximo pulo de alegria será quando deixar todos os meus guerreiros do jogo Disgaea 1 e 2 em Level 9.999… @_@ e ainda tem Disgaea 3, que conta uma história parecida com a minha - só quem perdeu um Save com mais de 17 personagens com level 9.999, devido a um problema no Memory Card, me entende. ù_ú
10:56 pm
Sabia que tinha alguma coisa importante e não tava lembrando:
Conseguir terminar Tony Hawks 4 do PS1 (pra mim, o melhor que tem) com 100%.
Faltava um gap em Kona USA e eu não conseguia achar, fiquei dias mesmo procurando e nada, pulava em todo canto, até que mais uma vez eu parei pra ler o nome do gap (era alguma coisa que lembrava “Madeira pra Ferro”) e me veio a idéia do lugar que podia estar, não é que eu fui direto pra lá e ele estava lá mesmo, e eu passei milhões de vezes por ali.
Pra um primo meu também faltava só esse gap, mas depois que eu descobri, eu falei que sabia onde estava e não contava pra ele, fui c**** mesmo.
Só que ainda faltava mais um gap em Alcatraz que eu sabia onde estava, mas não conseguia pegar (era pegar um corrimão gigante), só depois de dias que eu consegui pegar esse gap, ai foi o máximo depois de tantas tentativas frustradas.
Depois disso que eu contei pro meu primo onde ficava o gap que faltava pra ele.
E por último, quando eu passei aquela ultima missão gigante de GTA San Andreas com um risco de vida do carro, um dano que eu tomasse, eu teria que faze-la denovo, e eu não queria isso.
10:56 pm
Sim, desculpem os erros de digitação no texto… ^^’ ficar sem dormir no final de semana e vir trabalhar na segunda dá nessas “embaralhadas”
1:04 am
@Cesar Martins
Pangya pra mim é o melhor MMO EVER.Nunca gostei de golf,mais depois que comecei a jogar fiquei fissurado.Quando você pega o jeito de jogar e começa a acertar Hole-in-One quase sempre é sensacional.
Pena que o Br acabou…
8:26 am
E a discussão de fim de semana entra semana a dentro
Só voltei para dizer que tive um momento desses ontem:
[Spoiler Ahead] GTA IV, Niko Bellic recebe uma ligação, a namorada do primo dele dizendo que ele havia sido sequestrado por russos. O insano croata ruma para o galpão onde provavélmente seu primo e feito refém, ao chegar lá e constatar a verdade, Niko Bellic com sangue nos olhos e armado até os dentes da conta de 3 andares repletos de russos em meio a tiros, granadas e tonéis de explosivos, enquanto grita frases de efito como “DON’T FUCK WITH MY FAMILY!!!” e a sensacional “COME ON! TEST ME!!! TEST ME!!!”.
Esse jogo é realmente incrivél!!!
10:21 am
Nenhum momento da história dos games bate a explosão atômica do CoD4 … aquele helicóptero caindo é de prender a respiração de qualquer um …
12:10 pm
@Fabio
eu te admirava mto mais antes de saber que você nunca jogou Metal Gear Solid 3 haha.
bom, eu concordo totalmente com o ticabral quanto o momento do Agro em Shadow of the Colossus, mas ele nao é um momento de comemoração tipo “chupafeladaputamaldito”, é um momento mais de “não!!! isso nao pode estar acontecendo!!!”, mais pro lado dramatico.
Eu acho que os meus momentos mais catárticos ultimamente são com o modo onlline de Burnout Paradise.
Sempre fico sem folego durante as corridas e quando eu venço [[dificil acontecer, portanto merece mta comemoração]] eu xingo de todos os nomes possiveis pelo headset [[na maioria das vezes em portugues mesmo para os gringos nao se ofenderem pensando que estou OS xingando.]]
12:53 pm
@Glacial
Falou TUDO. Aquele momento é simplesmente indescritível. Eu fiquei atônito diante da TV, sem conseguir falar nada, só pensando “ca… ra… lho…”. Quando recobrei o fôlego, só dei um sorriso e falei “cool!”.
@Caio
Huauhauha! Ninguém é perfeito, amigo. O único MGS que eu joguei foi o primeiro. Morro de vontade de jogar os outros… talvez quando eu comprar um PS3, se ele for retrocompatível, eu compre o 4 e jogue os outros antes, pra me situar.
2:54 pm
Cara, até hj me lembro quando detonei o Sonic 2 pela primeira vez!!! o último chefão era foda pq não tinha argolinhas pra nos salvar… então qualquer movimento errado era uma vida a menos… levei um tempão pra detonar ele!!
3:44 pm
Mais uma pra minha lista de “YEEEESSS” na verdade o maior deles ate então…
Ragnarok… antes de eu ter me desintoxicado deste vicio de MMORPGs….depois de muito muito esforço e tempo perdido consegui minha VITATA CARD. Sempre jogava com magewiz com montes de MP e pouco HP… aquela carta me fez feliz…tão feliz que pouco tempo depois deixei de jogar o jogo. Pra mim, tinha cumprido meu “objetivo final” daquele jogo.
7:10 pm
@Lucas Oliva: essa missão do GTA IV realmente é punk! Lá que você saca o quanto o Niko Belic é o Rambo do leste europeu… mas sei la, ainda acho a do assalto a banco a mais dificil!
10:09 pm
Sei que ninguem vai ler, mas vou deixar escrito pra posteridade:
Foi quando, no meu velho de guerra Gameboy Colot, capturei o Mewtwo no Pokemon Blue, com Pokebolas comuns.
O esquema é usar a Masterball lá(ja nem lembro mais o nome) e capturar de primeira, mas ja tinha gastado essa bola em outro pokemon.
Aí me aparece o Mewtwo na caverna e só tenho pokebolas comum e Great balls.
Devo ter morrido com todos pokemon varias vezes e ressucitado, jogado umas 500 vezes as bolas e nada.Cerca de 1 hora e meia de batalha, arremesso a bola, e, me lembro direitinho.
Bola gira pra direita, pra esquerda, pra direita, pra esquerda…
Capturei o infeliz.
Ninguem em casa entendeu nada, subi na cama e gritei igual uma menininha de 7 anos.
Eu tinha uns 14 anos…
10:48 pm
@Daniel Felipe
Putz, QUE MOMENTO. Eu fui prudente e guardei a minha Master Ball pro MewTwo quando tava jogando o Yellow. Mas no Silver eu tive um momento quase assim quando capturei o Suicune maldito com Great Ball. Mas tu deve ter pulado e gritado mais.
1:26 pm
@ Fabio Bracht
Eu usei a Master no Zapdos, se não me engano.
Afoito, fui e joguei a bola nele.
Aí quando apareceu o Mewtwo fiquei na merda.
Sorte que deu certo.
O jogo ficou salvo por anos na fitinha.
Ela rodou na mão de muita gente depois disso e acabou voltando na minha mes passado.
Obviamente o jogo nao estava mais salvo.
Malditos primos
2:12 pm
Agora que voltei a jogar Advanced Wars: Days of Ruin, lembrei de outro momento. A batalha final do jogo. Levei duas horas para terminá-la, mas valeu cada minuto…
2:13 pm
Semana quase no fim mas lembrei de um que não foi meu, mas eu tava lá e vi e pirei aos gritos junto com o resto da galera.
Era o começo dos anos 90, em um fliperama desses meio sinistros no centro da cidade. Entre as primeiras máquinas de Street Fighter 2 aonde a turma fazia fila, estava ela, um clássico dos arcades: Final Fight. Sempre tinha alguém jogando mas até então nunca tinhamos visto alguém zerar, terminar o jogo.
Até aquele domingo. Eu tava prestes a colocar uma ficha em Street quando um colega meu gritou: “A gente vai zerar!” Virei pra olhar e já tinha uma galera em volta dele e do outro garoto que estava jogando. O fliperama parou pra ver.
Os dois tinham gasto sei lá quantas fichas, mas tavam lá, de frente pro chefão de cadeira de rodas. Um com o Cody, o outro com o Hagar. Tomaram tiros e teve quem acha-se que eles iam perder. Mas não é que, meio na cagada, o Cody acertou a voadora no bandidão, que voou pela janela pra delírio da turma do fliper. Enquanto passava a cena final e os malas colocavam as suas iniciais nos créditos, a casa vinha abaixo com a gritaria da molecada.
Se aquilo não foi um momento catártico coletivo, não sei o que foi.
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