Depois de muitos anos de promessas vazias, indas e vindas, encontros e desencontros, a Sony finalmente confirma a chegada da linha PlayStation ao Brasil. E não foi uma confirmaçãozinha qualquer, vinda da boca de qualquer zé ruela. O nosso país foi citado nominalmente no início da conferência da empresa como sendo o próximo destino da marca, na “fase 3″ do seu plano de penetração na América Latina.
É difícil de acreditar, sabemos. Por isso mesmo, alguns dos jornalistas brazucas que estão infiltrados na maior feira de games do mundo foram bater um papo com Mark Stanley, diretor-geral da Sony para a América Latina e tirar satisfações. Como, quando e por quê são perguntas que foram respondidas nas respectivas entrevistas feitas por Theo Azevedo e Odair Braz Junior no UOL Jogos e GameTV. Alguns trechos abaixo:
A pirataria é um problema global, mas parte da solução envolve educar o consumidor sobre os benefícios de adquirir o produto original. Porém, parte de nossa responsabilidade é tornar os games mais acessíveis.
Logo, tal qual estamos fazendo com o hardware, fabricar o software no Brasil diminuirá o preço final entre 20% e 30% em relação ao que é praticado atualmente. Este é o nosso objetivo.
–Mark Stanley, em entrevista ao UOL Jogos
Já é uma redução considerável, mas será suficiente para fazer os pirateiros saírem da ilegalidade? Duvidamos.
Vamos levar toda a biblioteca de jogos de todas as plataformas. Alguns que não são relevantes para o mercado brasileiro, como NFL e Futebol Americano devem ficar de fora. Mas quase tudo de nossa biblioteca estará disponível.
–Mark Stanley, em entrevista ao GameTV
Agora vai!
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