Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

– E aí, cara? Tudo certo?
– Mais ou menos. Acabei de levar uma enrabada do chefe, ele tá querendo uma franquia nova de filmes e o pessoal tá sem ideias.
– Tamo indo mal nas bilheterias, né?
– Pois é… e daqui a pouco não vai ter mais quadrinhos para adaptar.
– E videogame? Já checou para ver se tem algum na moda?
– Até tem, mas a licensa desses novos tão meio carinhas. Sabe como é, tem a crise e tudo mais…
– E por que tu não pega um daqueles velhos que ninguém mais lembra? Tipo… Asteroids! Deve ser barato e não vai ter aqueles fãs malas reclamando da falta de fidelidade.
– Podes crer! Mas aí como vamos fazer com a história?
– Xii, história? Melhor deixar pra pensar nisso depois de comprarmos os direitos.
– Belê, vou ligar lá pra Atari.
Assim deve ter sido o diálogo entre dois engravatados na Universal Studios para chegar à brilhante conclusão de que Asteroids deveria ir aos cinemas. Sério, não tem como ter sido muito diferente.
[via Destructoid]
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