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#jogojusto



Nem a PopCap resiste à chatice dos advogados

Michael Jackson e Dancing Zombie.

Quem jogou Plants vs. Zombies, da PopCap, a certa altura teve uma surpresa das melhores ao se deparar com o Dancing Zombie, um zumbi tido como um dos mais difíceis do jogo que, em tudo, lembra bastante o ícone, o Rei do Pop, Michael Jackson. Jaqueta vermelha, cabelo enrolado, calças curtas e meias brancas: é o bom e velho MJ dos tempos de Thriller.

O jogo original, para PC, foi lançado no dia 9 de maio, portanto, antes do triste falecimento de MJ, em 25 de junho do mesmo ano. Soou como uma belíssima e extrovertida homenagem, e de certa forma, colocou o ídolo de volta às manchetes — não foram poucos os sites e blogs que citaram o caso, numa época em que, salvo pelo anúncio da sua turnê mundial, ele andava bastante sumido.

Agora, mais de um ano depois, a PopCap, criadora do jogo, se vê às voltas com um “pedido” dos advogados que administram o espólio do cantor para que o Dancing Zombie seja removido do jogo.

Segundo a MTV gringa, a produtora poderia até comprar a briga e alegar tratar-se apenas de uma paródia, e não uma infração de direitos autorais/de imagem/seja lá qual for a alegação dos advogados. Mas isso demandaria gastos, dor de cabeça e muita confusão. Optaram, e não há o que se condenar aqui, pelo caminho mais fácil: substituir o personagem por outro, um zumbi dançarino genérico (!). Segundo informações do mesmo site, o Dancing Zombie agora tem temática disco — e esperamos, sinceramente, que os advogados de John Travolta sejam mais legais que os de Michael Jackson…

Dublagem de StarCraft II: tosca mesmo ou a gente é que está estranhando?

StarCraft II[bb] está sendo uma experiência fascinante pra mim, por isso esperem ouvir falar bastante sobre o jogo nos meus posts nos próximos dias. Entre hoje e amanhã eu quero publicar as minhas primeiras (e bem breves) impressões, e talvez na semana que vem uma resenha, mas agora eu queria abrir uma discussão que se ensaiou no meu Google Buzz esses dias, quando eu compartilhei isso aqui, e eu acho muito interessante: a dublagem de StarCraft II está ruim ou nós é que não estamos acostumados a ouvir games como esse em português?

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VAC bane milhares de inocentes e Valve se desculpa com estilo

Vocês já devem saber que muitos dos jogos que utilizam o Steamworks, serviço da Valve que une jogos de PC ao Steam e seus recursos, quase sempre carregam junto o VAC (Valve Anti-Cheat) para (tentar) impedir os trapaceiros de estragarem a jogatina dos outros. Dessa forma, quem for pego pelo VAC usando hacks (aim-bots, wallhacks, etc) perde o acesso por tempo indeterminado ao jogo em qual estava trapaceando e a qualquer outro título que utilize o mesmo engine do game banido. Ainda que o VAC tenha uma eficiência contestável, por ser uma ferramenta de detecção e punição automática, qualquer reclamação é inútil e completamente ignorada pelo suporte do Steam. Espernear também não adianta.

O problema é que, de uns tempos pra cá, centenas de usuários apareceram no fórum do Modern Warfail Warfare 2 no Steam reclamando que haviam sido banidos do jogo pelo VAC, utilizado pelo shooter, e jurando de joelhos que não haviam feito absolutamente nada de errado. Como já era conhecimento de todos que reclamar por qualquer banimento executado pela ferramenta automática da Valve era em vão, esses usuários foram apenas hostilizados num primeiro momento.

Alguns chegaram a supor que esses jogadores que se diziam inocentes tiveram suas contas invadidas e o tal hacker fez mau uso delas dentro da jogatina multiplayer de Modern Warfare 2. Só que a quantidade de reclamações era muito grande para uma teoria dessas – até um mass hacking seria bastante improvável. Até que ontem veio a resposta oficial da Valve: tudo não passava de uma vergonhosa falha da sua ferramenta anti-cheaters. E isso está longe de ser o ponto mais interessante da história.

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A arte dos videogames está no Limbo

por Pedro Burgos

[Pedro Burgos, além de um gênio, é editor-chefe do Gizmodo. Este escrito, além de ser desde já o texto definitivo sobre videogame enquanto arte em língua portuguesa, foi originalmente publicado no Burgos Post, o seu novo jornal blog pessoal, e republicado aqui com a sua permissão e bênção. Nos sentimos honrados.]

Se você tem um Xbox 360 e assina a Live, você tem uma certa obrigação de comprar Limbo. Custa 15 dólares, o preço de um livro. Vai lá. Compre pontos aqui, baixe no seu console, jogue até morrer demais. Eu espero. Se você não tem o jogo, assista o trailer para entender o que vou falar agora:

Limbo é arte, e videogames finalmente começam a virar um meio para arte. Sim, eu sou o primeiro a dizer que a discussão “videogame é ou não é arte?”, catapultada pelas opiniões (anti-videogame) do grande Roger Ebert, é chata e contraproducente.

Videogame pode ser um meio, como fotografias, palavras e imagens em movimento. Meio. Nem toda foto, texto ou filme é arte. Mas eles podem ser usados para alcançar isso.

Mas, como falei, Limbo é arte. E isso é bastante importante. É importante para quem estuda o meio para identificar um momento histórico, é importante para você, que é gamer e quer ter uma conversa de bar de melhor nível defendendo seu hobby favorito e é importante para você, Carol, minha melhor metade, entender porque eu passo tanto tempo jogando, lendo, e pensando sobre mundos fantásticos. (Calma, ela não é namorada chata que reclama, bem longe disso).

Perdoem-me o tom acadêmico, mas isso é uma pequena aula que, como um tutorial de um jogo do Wii, pode demorar um pouco para chegar ao ponto. Mas não consegui achar outra maneira.
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[QuickPlay #06] Jogo Justo

E eis que, depois de um breve período de recesso, estamos de volta!

E novamente com um episódio muito especial: eu – Rodrigo Sieiro – e o grande Fabio Bracht entrevistamos Moacyr Alves Jr., o responsável pelo projeto Jogo Justo. Saiba tudo sobre o que é o projeto, de onde ele surgiu, qual é o objetivo e o que você pode fazer para ajudar!

Este podcast é muito especial, e nós aqui do Continue pedimos encarecidamente que você ouça. Ouça mesmo, com carinho e com atenção, com fones de ouvido e sem distração ou sono, pois trata-se de um assunto que diz respeito a todos nós e que pode mudar para melhor o futuro do mercado de games do Brasil.

E mais do que nunca não deixe de participar comentando, deixando sua opinião, suas dúvidas e o que mais você tiver a dizer sobre o projeto. O sucesso dessa empreitada depende de todos nós gamers! Além da caixa de comentários, você também pode nos enviar um e-mail: quickplay@continue.com.br.

Como sempre, você pode assinar no iTunes ou onde mais quiser. Até logo!

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StarCraft II vai sair mais barato do que eu esperava

Quando saiu a informação de que a versão brasileira de StarCraft II: Wings of Liberty (totalmente localizada para o Brasil, sempre é bom lembrar) custaria apenas R$49 mas deixaria de funcionar completamente após seis meses de jogo, exigindo uma assinatura até mesmo para o single-player, eu pessoalmente pensei que essa assinatura não seria lá muito barata, para compensar o baixo preço do jogo. Até porque eles não anunciaram o preço dela no evento de imprensa, e é estratégica básica de negócios fazer um estardalhaço para anunciar o que é barato e depois falar bem baixinho o preço do que é caro, pra não assustar.

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Alien Swarm de graça: não é demo, nem benchmark, é a Valve!


  • Nas categorias: PC

[Olá meus caros do Continue! Sou Alexandre Franco, um refugiado da ex-República do Campo Minado, que só agora decidiu enfim colaborar com o lado «aspas angulares» da força. A intenção é manter o ritmo por aqui, e trazer tudo o que for interessante sobre a única plataforma de jogatina que aquele que vos escreve tem: o PC. A não ser que você ainda se interesse pelo meu decenal PlayStation 1, minha missão é falar de Steam, The Pirate Bay, DirectX, OpenGL, engine, e tudo o que for termo comum àqueles que jogam com a cara no monitor.]

A Valve não cansa dos PCs. Por mais que Portal 2 tenha sido anunciado como uma experiência única pro PS3, o negócio dela é com o pessoal do Ctrl+Alt+Del WASD. Exemplo disso são os funcionários que ela contrata, grande maioria desenvolvedores de mods (categoria de jogos presente majoritariamente no PC) em ascensão. Foi assim com Counter-Strike, com Team Fortress e agora com Alien Swarm.

Tudo começou lá na época de Unreal Tornament 2004, com a (micro) desenvolvedora Black Cat Games lançando Alien Swarm como um mod. O sucesso foi razoável, com o jogo ganhando diversos prêmios concedidos às melhores modificações. A Valve viu futuro no trabalho dos desenvolvedores, e contratou-os. O mod então ficou num estado de hibernação, enquanto a equipe ajudava no desenvolvimento de Left 4 Dead e, posteriormente, de Portal 2. E há poucos dias, do nada, a Valve anuncia e lança uma releitura do mesmo Alien Swarm, DE GRAÇA.

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Confirmado: Kinect custará US$ 150,00

Kinect: nos EUA, por US$ 149,99.

Acabou o mistério, amigos: o Kinect, que sai no dia 4 de novembro nos US and A, custará mesmo US$ 150,00 — ou, para ser mais exato, US$ 149,99. A informação é oficial, foi divulgada pela Microsoft em seu site, e traz outros detalhes muito interessantes acerca do sensor de movimentos do Xbox 360.

O pacote de US$ 150,00 incluirá, além do Kinect em si, um game, o Kinect Adventures, aquele apresentado na E3. Como Wii Sports, ele não é um jogo só, mas sim uma penca de joguinhos que têm a missão de mostrar as capacidades do harware novo (e, supostamente, divertir. No caso, ele tem 20 jogos variados, todos (absolutamente) casuais. Pela proposta do equipamento, não poderiam ter escolhido jogo melhor para acompanhar o produto, pelo menos dentre os que foram apresentados na E3.

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Mortal Kombat voltando com tudo — agora vai?

Finish Him !!

Anos 1990 nos games me remete sempre a grandes rivalidades. SNES e Mega Drive, Mario e Sonic, Street Fighter e Mortal Kombat. Parece que a mentalidade do povo naquela época era monotarefa, de modo que gostar de Mario e Sonic, simultaneamente, crashava qualquer gamer que ousasse ter tal preferência.

O tempo passou, hoje a SEGA produz games para a Nintendo, Sonic aparece frequentemente em jogos do Mario (até porque seus exclusivos nunca prestaram depois da era 16 bits) e jogos de luta, não sei por qual razão, já não têm o apelo que tinham antigamente. Apesar dessas muitas mudanças, a Capcom teve um excelente timing e trouxe de volta, com força total, Street Fighter. Street Fighter IV é bom, ponto. Conquistou fãs de outrora e novos apreciadores, trazendo características marcantes da série aliadas a tecnologia de ponta.

E Mortal Kombat? Faço uma confissão aqui: nunca achei a franquia aqueeeeela coisa. Os gráficos eram estranhos, a movimentação muito mecânica, e a jogatina em si meio sem nexo. Digo, qual era a motivação em jogar os primeiros MK? Ver fatalities. Depois da terceira, quarta vez, enjoava. E aí o game caía no ostracismo.

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Novo jogo Oddworld confirmado. NOVO JOGO ODDWORLD CONFIRMADO!


  • Nas categorias: PC, É foda!

Teve uma época da minha vida em que eu estava sem console mas não tinha dinheiro para um computador atualizado que rodasse os jogos comteporâneos. Nesse período, eu joguei, revirei e decorei dois títulos: Oddworld: Abe’s Oddysee e Oddworld: Abe’s Exoddus. Não sei se eram os gráficos, a história, os personagens carismáticos, a jogabilidade fantástica ou a possibilidade de controlar uma nuvem flatulenta explosiva; o fato é que eu amei os jogos e os idolatro até hoje.

Então, a produtora lançou dos jogos para o Xbox (Munch’s Oddysee e Stranger’s Wrath), que eu nunca joguei, e encerrou as suas atividades. Uma das minhas maiores frustações como gamer.

…pelo menos até ontem! O estúdio Just Add Water, através de seu blog, confirmou que está trabalhando com a Oddworld Inhabitants (os caras que conceberam o fantástico universo dos jogos) em múltiplos projetos para várias plataformas – e com a participação do criador da série no desenvolvimento. Fantástico! Isso também combina com a antiga notícia da Odd Box, um pacote para Steam que traria os quatro jogos da franquia, uma primeira oportunidade para PC Gamers jogarem Munch’s Oddysee e Stranger’s Wrath.

E aí, quem mais não pode esperar para voltar a explorar Oddworld e seus habitantes misteriosos, sempre tomando cuidado para não pisar em Slurgs e virar comida de Fleeches?

Apture


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